Por caio.belandi

Colômbia - Inicialmente, a Chapecoense tentou voar para Medellín, na Colômbia, em um voo fretado partindo de São Paulo. Entretanto, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) vetou a iniciativa, alterando o planejamento do clube.

De acordo com a agência, a Chapecoense teria solicitado voo da empresa boliviana Lamia para levar o time para a Colômbia. A negativa do pedido tem como base o Código Brasileiro de Aeronáutica e a Convenção de Chicago, que versa sobre os serviços aéreos entre nações.

Segundo a Anac, no acordo entre Brasil e Bolívia não há previsão de fretamento de voo desse tipo. Para levar a Chape à Colômbia, a empresa contratada deveria ser brasileira ou colombiana, nos termos dos acordos internacionais em vigor.

Sem um avião fretado, o elenco do clube embarcou no aeroporto de Guarulhos nesta segunda-feira, em um voo comercial com direção a Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia. De lá, os passageiros seguiram para Medellín, na Colômbia, local onde ocorreria o primeiro jogo da decisão da Copa Sul-Americana, que foi adiado.

No caminho, o avião desapareceu do radar e sofreu um acidente na região da cidade de La Unión. Das 81 pessoas presentes, pelo menos 76 morreram, entre jogadores, comissão técnica, diretoria, jornalistas e comissários.

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