Grupo terrorista revela plano para matar Jair Bolsonaro e sua família, diz revista

Para eles, o presidente é 'um estúpido populista' e há falhas em seu esquema de segurança, o que facilitaria o crime

Por O Dia

Jair Bolsonaro e sua esposa Michelle
Jair Bolsonaro e sua esposa Michelle -
Rio - Um grupo terrorista internacional revelou um plano de matar o Jair Bolsonaro, sua família e pelo menos dois ministros. Em entrevista exclusiva para a revista Veja, divulgada nesta sexta-feira, um dos líderes da Sociedade Secreta Silvestre (SSS), identificado apenas como "Anhangá", afirmou que a ideia é verdadeira e começou a ser colocada em prática durante a cerimônia de posse do Presidente da República.
"Foi um público considerável, e facilmente poderíamos nos misturar e executar este ataque, mas o risco era enorme, e era previsível um ataque, então seria suicida", conta o terrorista.
Entrevistado através da deep web, chat clandestino da internet impossível de rastreá-lo, Anhangá se apresenta como braço do Brasil do Individualistas que Tendem ao Selvagem (ITS), uma organização internacional que se diz ecoextremista a qual é investigada por promover ataques a políticos e empresários em vários países. "A finalidade máxima seriam disparos contra Bolsonaro ou sua família, seus filhos, sua esposa", disse o terrorista, que mora em Brasília.
De acordo com ele, o motivo do possível ataque é o fato de Bolsonaro e sua administração terem declarado guerra ao meio ambiente. Para Anhangá, o presidente é "um estúpido populista" e há falhas em seu esquema de segurança, o que facilitaria o crime.
Além de Bolsonaro e sua família, a organização também afirma ter a intenção de matar o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, e a ministra dos Direitos Humanos, Damares Alves. O grupo o já praticou pelo menos três atentados a bomba em Brasília.
"Pelo símbolo que ela se tornou, a cristã branca evangelizadora que prega o progresso e condena toda a ancestralidade", diz Anhangá sobre Damares. "Salles é um cínico, e não descansará em paz, quando menos esperar, mesmo que saia do ministério que ocupa, a vez dele chegará. Aquele sujeito já chegou a adulterar documentos para beneficiar mineradoras. Tudo o que faz e declara é antagônico ao cargo que ocupa. É um lobo cuidando de um galinheiro", continuou.
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