Durante pandemia, e-commerce já é 48% maior que no mesmo período de 2019

No consolidado de 2019, o e-commerce ultrapassou a marca de R$ 60 bilhões em faturamento e atingiu 148 milhões de pedidos

Por ESTADÃO CONTEÚDO , Estadão Conteúdo

O Centro de Distribuição da Infracommerce, em São Paulo. Empresa opera no sistema 'full service' e controla todas as etapas do e-commerce, desde o pagamento à entrega. Havaianas e Oakley são clientes
O Centro de Distribuição da Infracommerce, em São Paulo. Empresa opera no sistema 'full service' e controla todas as etapas do e-commerce, desde o pagamento à entrega. Havaianas e Oakley são clientes -
A pandemia de covid-19 fez os números do e-commerce brasileiro explodirem. Uma pesquisa que traz os dados consolidados de 2019 no comércio eletrônico mostrou o quanto a quarentena já influenciou nos números dos primeiros meses de 2020. Em relação ao mesmo período do ano anterior (da segunda quinzena de março até o fim de abril), houve crescimento de 48,3%. Comparado ao período pré-covid (do início de fevereiro à primeira quinzena de março), o crescimento foi de 14,4%.

No consolidado de 2019, o e-commerce ultrapassou a marca de R$ 60 bilhões em faturamento e atingiu 148 milhões de pedidos. E de 1º de janeiro até 30 de abril de 2020, já foi atingido 32% do resultado de todo o ano anterior. Os dados integram a 41ª edição do Webshoppers, o mais amplo relatório sobre e-commerce do País elaborado semestralmente pela EbitNielsen - em parceria com a Elo.

No ano passado, o faturamento do e-commerce brasileiro cresceu 16,3%, para R$ 61,9 bilhões, impulsionado pelo aumento de 21% no número de pedidos. O aumento do número de pedidos foi acompanhado pelo maior número de novos consumidores: apenas no ano passado, 10,7 milhões de pessoas estrearam suas compras no ambiente online, alta de 9% sobre 2018.

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