Vacina contra o coronavírus testada no Brasil pode ter registro liberado em 2021, diz reitora da Unifesp

O projeto está na fase 3 dos testes em humanos, a última etapa antes de o produto entrar no mercado

Por O Dia

Vacina de Oxford é uma das mais promissoras contra o coronavírus
Vacina de Oxford é uma das mais promissoras contra o coronavírus -
Rio - A vacina contra o coronavírus, desenvolvida pela Universidade de Oxford, do Reino Unido, e testada no Brasil, poderá ter o registro liberado apenas em junho de 2021. A informação foi dada pela reitora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Soraia Smaili, em entrevista a GloboNews, nesta quarta-feira.
O projeto está na fase 3 dos testes em humanos, a última etapa antes de o produto entrar no mercado. O Brasil participa da fase atual.
50 mil pessoas já participaram dos testes em todo o mundo, 10% delas no Brasil: 2 mil em São Paulo, 2 mil na Bahia e outras 1 mil no Rio de Janeiro. Os resultados oficiais devem ser divulgados nesta quinta-feira.
"Com a quantidade de pessoas que estão recebendo a vacina no mundo, é possível que tenhamos resultados promissores no início do ano que vem e o registro em junho", afirmou Soraia Smaili. 
Além disso, a reitora disse que a vacina de Oxford é uma candidata bastante forte e está bem avançada, porém, "é preciso respeitar o tempo do estudo e precisa ter os resultados, pelo menos, dos 6 primeiros meses, pra saber qual o conjunto dos resultados", finaliza.

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