Publicado 05/08/2025 14:59 | Atualizado 05/08/2025 15:02
Com esparadrapos na boca, parlamentares iniciaram nesta terça-feira, 5, a ocupação da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados em protesto à prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
PublicidadeA ideia é que os parlamentares permaneçam sentados nas cadeiras da Casa legislativa para impedir os trabalhos do plenário até que se aprove uma anistia aos envolvidos nos ataques golpistas do 8 de Janeiro, o impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e a proposta de emenda à Constituição do fim do foro privilegiado.
"Não sairemos daqui até os presidentes de ambas as Casas busquem uma solução de pacificar o Brasil", disse o líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ).
Um grupo de cerca de 15 deputados ocupa a mesa e segue mudo, com esparadrapo na boca. Ocasionalmente, alguns deles tiram provisoriamente o item para beber água ou para falar ao telefone
Mais cedo, oposicionistas anunciaram um "pacote da paz" para "abrandar" a relação entre os Três Poderes. Compõem o pacote uma anistia "ampla, geral e irrestrita" aos envolvidos nos ataques golpistas do 8 de Janeiro, o impeachment de Moraes e a proposta da PEC do foro privilegiado.
O tom é de ameaça - ou as propostas serão votadas ou não haverá votações na Câmara dos Deputados e no Senado Federal. A ideia é ocupar as Mesas Diretoras das duas Casas e impedir que as sessões plenárias sejam iniciadas, como já iniciaram nesta tarde.
"Não sairemos daqui até os presidentes de ambas as Casas busquem uma solução de pacificar o Brasil", disse o líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ).
Um grupo de cerca de 15 deputados ocupa a mesa e segue mudo, com esparadrapo na boca. Ocasionalmente, alguns deles tiram provisoriamente o item para beber água ou para falar ao telefone
Mais cedo, oposicionistas anunciaram um "pacote da paz" para "abrandar" a relação entre os Três Poderes. Compõem o pacote uma anistia "ampla, geral e irrestrita" aos envolvidos nos ataques golpistas do 8 de Janeiro, o impeachment de Moraes e a proposta da PEC do foro privilegiado.
O tom é de ameaça - ou as propostas serão votadas ou não haverá votações na Câmara dos Deputados e no Senado Federal. A ideia é ocupar as Mesas Diretoras das duas Casas e impedir que as sessões plenárias sejam iniciadas, como já iniciaram nesta tarde.
Leia mais
Comentários
Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor.