Publicado 17/08/2026 07:47 | Atualizado 17/08/2026 09:33
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera o primeiro turno da disputa presidencial com 41% das intenções de voto contra 36% do senador Flávio Bolsonaro (PL), segundo pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 17.
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A intenção de voto no petista na disputa no primeiro turno oscilou positivamente em 1 ponto porcentual na comparação com a pesquisa divulgada em 10 de agosto, quando Lula havia pontuado 40%. Flávio Bolsonaro também oscilou um ponto para cima, de 35% na mostra anterior para 36% no levantamento de hoje. A vantagem do petista, portanto, se manteve em 5 pontos percentuais (p.p).
Veja um cronograma das variações de vantagem do atual mandatário sobre o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro no último mês:
- 29 de junho: Lula tinha 8 pontos porcentuais de vantagem em relação a Flávio
- 13 de julho: vantagem do petista era de 6 p.p;
- 27 de julho: subiu para 9 pontos porcentuais.
- 3 de agosto: vantagem caiu para 4 pontos;
- 10 de agosto: voltou a subir para 5 pontos.
- 17 de agosto: se manteve em 5 pontos.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) aparece em terceiro lugar, com 5%, empatado tecnicamente com o ativista Renan Santos (Missão), que pontuou 4%, e com o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), também com 4%. Brancos, nulos ou nenhum candidato somam 5%. Eleitores que não sabem são 2%. Na mostra anterior, Caiado também tinha 5%, Renan tinha 4% e Zema 3%.
No primeiro turno, dos beneficiários Bolsa Família, 66% votam em Lula e 20% em Flávio. Dentre os não beneficiários do Bolsa Família no primeiro turno, 39% votam em Lula e 38% em Flávio Bolsonaro.
Lula tem 47% e Flávio 44 % no 2º turno, seguem empatados tecnicamente
A intenção de voto no petista na disputa no primeiro turno oscilou positivamente em 1 ponto porcentual na comparação com a pesquisa divulgada em 10 de agosto, quando Lula havia pontuado 40%. Flávio Bolsonaro também oscilou um ponto para cima, de 35% na mostra anterior para 36% no levantamento de hoje. A vantagem do petista, portanto, se manteve em 5 pontos percentuais (p.p).
Veja um cronograma das variações de vantagem do atual mandatário sobre o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro no último mês:
- 29 de junho: Lula tinha 8 pontos porcentuais de vantagem em relação a Flávio
- 13 de julho: vantagem do petista era de 6 p.p;
- 27 de julho: subiu para 9 pontos porcentuais.
- 3 de agosto: vantagem caiu para 4 pontos;
- 10 de agosto: voltou a subir para 5 pontos.
- 17 de agosto: se manteve em 5 pontos.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) aparece em terceiro lugar, com 5%, empatado tecnicamente com o ativista Renan Santos (Missão), que pontuou 4%, e com o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), também com 4%. Brancos, nulos ou nenhum candidato somam 5%. Eleitores que não sabem são 2%. Na mostra anterior, Caiado também tinha 5%, Renan tinha 4% e Zema 3%.
No primeiro turno, dos beneficiários Bolsa Família, 66% votam em Lula e 20% em Flávio. Dentre os não beneficiários do Bolsa Família no primeiro turno, 39% votam em Lula e 38% em Flávio Bolsonaro.
Lula tem 47% e Flávio 44 % no 2º turno, seguem empatados tecnicamente
O presidente Lula (PT) segue numericamente à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em um eventual segundo turno das eleições presidenciais, com 47% das intenções de voto contra 44% do adversário. Apesar da vantagem numérica, os dois permanecem tecnicamente empatados, dentro da margem de erro.
O resultado é o mesmo da pesquisa anterior, de 10 de agosto. Em 3 de agosto, Lula aparecia com 46% contra 45% de Flávio Bolsonaro. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 8%. Já os eleitores que afirmaram não saber são 1%.
No cenário contra Ronaldo Caiado (PSD), o cenário também é de empate técnico, com Lula pontuando 46% e o ex-governador de Goiás, 42%. Em relação à pesquisa anterior, Lula oscilou um ponto para baixo, dentro da margem de erro, enquanto Caiado continuou igual. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 11%, e eleitores que não sabem são 2%.
Em eventual disputa contra Romeu Zema (Novo) no 2º turno, Lula venceria o ex-governador mineiro por 46% contra 41%. Na pesquisa anterior, o presidente pontuou 47% contra os mesmos 40% de Zema. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 11%, enquanto os que não sabem são 2%.
Quando o candidato da oposição é o ativista Renan Santos (Missão), Lula seria reeleito por 47% a 37% se a eleição fosse realizada hoje. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 14%. Eleitores que não sabem são 3%. Na simulação de 2º turno da pesquisa anterior, Lula liderava por 46% a 37%.
O resultado é o mesmo da pesquisa anterior, de 10 de agosto. Em 3 de agosto, Lula aparecia com 46% contra 45% de Flávio Bolsonaro. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 8%. Já os eleitores que afirmaram não saber são 1%.
No cenário contra Ronaldo Caiado (PSD), o cenário também é de empate técnico, com Lula pontuando 46% e o ex-governador de Goiás, 42%. Em relação à pesquisa anterior, Lula oscilou um ponto para baixo, dentro da margem de erro, enquanto Caiado continuou igual. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 11%, e eleitores que não sabem são 2%.
Em eventual disputa contra Romeu Zema (Novo) no 2º turno, Lula venceria o ex-governador mineiro por 46% contra 41%. Na pesquisa anterior, o presidente pontuou 47% contra os mesmos 40% de Zema. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 11%, enquanto os que não sabem são 2%.
Quando o candidato da oposição é o ativista Renan Santos (Missão), Lula seria reeleito por 47% a 37% se a eleição fosse realizada hoje. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 14%. Eleitores que não sabem são 3%. Na simulação de 2º turno da pesquisa anterior, Lula liderava por 46% a 37%.
Flávio e Lula seguem como mais rejeitados
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) seguem empatados tecnicamente na liderança dos presidenciáveis mais rejeitados. Do total de entrevistados, 50% dizem que não votariam no filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, enquanto 48% não votariam no petista. As taxas de rejeição são as mesmas da pesquisa anterior, de 10 de agosto.
Flávio é mais rejeitado entre as mulheres (55%), por pessoas com 60 anos ou mais (59%), por quem não tem religião (68%) e por eleitores do Nordeste (61%). O nome de Lula tem maior rejeição entre homens (55%), eleitores de 25 a 59 anos (51%), evangélicos (61%) e sulistas (62%).
A rejeição ao ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) subiu de 29% no levantamento anterior para 34% na pesquisa atual. Caiado costuma se contrapor à polarização entre Lula e Flávio com o discurso de ter a menor taxa de rejeição entre os candidatos.
Ainda no quesito rejeição, o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) registra 33%. Houve uma variação dentro da margem de erro em relação à pesquisa anterior, quando foram registrados 31% de rejeição ao mineiro.
No caso de Renan Santos (Missão), a rejeição oscilou positivamente para 31%. Na pesquisa de 10 de agosto, eram 29%. Santos segue o mais desconhecido, com 44% dos eleitores que dizem não conhecê-lo. Zema é desconhecido por 32% dos eleitores e Caiado, por 31%.
Preferência política
O levantamento mostra ainda que 39% dos brasileiros preferem que o próximo presidente da República seja Luiz Inácio Lula da Silva. Na pesquisa de 10 de agosto eram 38%.
Outros 33% afirmam que gostariam de ver eleito Flávio Bolsonaro, um candidato apoiado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ou um membro de sua família - mesma taxa da pesquisa anterior.
De acordo com o levantamento divulgado nesta segunda, 24% dizem preferir um nome que não seja ligado nem ao petista nem ao ex-chefe do Executivo - também é o mesmo porcentual da pesquisa da semana passada. Brancos, nulos e indecisos somam 2%. Não sabem ou não responderam são 2%.
Segundo o cruzamento de dados apresentado pelo levantamento, entre os eleitores que preferem uma terceira via, 17% votariam em Lula; 15%, em Flávio; 52% nos demais candidatos e 10% votariam em branco ou anulariam.
Sobre a expectativa de audiência do horário eleitoral gratuito, 68% afirmam que irão assistir e 30% dizem que não.
Flávio é mais rejeitado entre as mulheres (55%), por pessoas com 60 anos ou mais (59%), por quem não tem religião (68%) e por eleitores do Nordeste (61%). O nome de Lula tem maior rejeição entre homens (55%), eleitores de 25 a 59 anos (51%), evangélicos (61%) e sulistas (62%).
A rejeição ao ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) subiu de 29% no levantamento anterior para 34% na pesquisa atual. Caiado costuma se contrapor à polarização entre Lula e Flávio com o discurso de ter a menor taxa de rejeição entre os candidatos.
Ainda no quesito rejeição, o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) registra 33%. Houve uma variação dentro da margem de erro em relação à pesquisa anterior, quando foram registrados 31% de rejeição ao mineiro.
No caso de Renan Santos (Missão), a rejeição oscilou positivamente para 31%. Na pesquisa de 10 de agosto, eram 29%. Santos segue o mais desconhecido, com 44% dos eleitores que dizem não conhecê-lo. Zema é desconhecido por 32% dos eleitores e Caiado, por 31%.
Preferência política
O levantamento mostra ainda que 39% dos brasileiros preferem que o próximo presidente da República seja Luiz Inácio Lula da Silva. Na pesquisa de 10 de agosto eram 38%.
Outros 33% afirmam que gostariam de ver eleito Flávio Bolsonaro, um candidato apoiado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ou um membro de sua família - mesma taxa da pesquisa anterior.
De acordo com o levantamento divulgado nesta segunda, 24% dizem preferir um nome que não seja ligado nem ao petista nem ao ex-chefe do Executivo - também é o mesmo porcentual da pesquisa da semana passada. Brancos, nulos e indecisos somam 2%. Não sabem ou não responderam são 2%.
Segundo o cruzamento de dados apresentado pelo levantamento, entre os eleitores que preferem uma terceira via, 17% votariam em Lula; 15%, em Flávio; 52% nos demais candidatos e 10% votariam em branco ou anulariam.
Sobre a expectativa de audiência do horário eleitoral gratuito, 68% afirmam que irão assistir e 30% dizem que não.
Para 42%, governo é ruim ou péssimo; 34% consideram ótimo ou bom e 23% regular
A pesquisa indica que 42% dos eleitores avaliam o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como ruim ou péssimo. Na pesquisa anterior, de 10 de agosto, eram 44% - houve uma variação para baixo dentro da margem de erro. Os eleitores que consideram o governo de Lula ótimo ou bom somam 34%, mesma taxa do levantamento da semana passada.
Aqueles que consideram o governo de Lula regular somam 23%. Na pesquisa de 10 de agosto, eram 21%. Não sabem ou não responderam são 1%.
A avaliação do governo Lula é melhor entre o público feminino, pessoas de 60 anos ou mais e por quem estudou até o ensino fundamental. A avaliação é pior entre o público masculino, eleitores de 41 a 59 anos e por quem tem ensino superior.
O instituto também perguntou sobre a aprovação do desempenho pessoal de Lula. Segundo a pesquisa, 48% desaprovam o petista, enquanto 47% aprovam. Os que disseram não saber ou que não responderam somam 5%.
A desaprovação oscilou um ponto para baixo em relação à pesquisa anterior, quando somou 49%, mas dentro da margem de erro. Já o patamar de aprovação subiu um ponto.
Aqueles que consideram o governo de Lula regular somam 23%. Na pesquisa de 10 de agosto, eram 21%. Não sabem ou não responderam são 1%.
A avaliação do governo Lula é melhor entre o público feminino, pessoas de 60 anos ou mais e por quem estudou até o ensino fundamental. A avaliação é pior entre o público masculino, eleitores de 41 a 59 anos e por quem tem ensino superior.
O instituto também perguntou sobre a aprovação do desempenho pessoal de Lula. Segundo a pesquisa, 48% desaprovam o petista, enquanto 47% aprovam. Os que disseram não saber ou que não responderam somam 5%.
A desaprovação oscilou um ponto para baixo em relação à pesquisa anterior, quando somou 49%, mas dentro da margem de erro. Já o patamar de aprovação subiu um ponto.
68% pretendem acompanhar o horário eleitoral gratuito; 30% dizem que não
O estudo também mostra que 68% dos eleitores pretendem acompanhar a propaganda eleitoral gratuita. Desse total, 44% afirmam que vão assistir à propaganda na televisão, 5% pretendem ouvi-la no rádio e 19% dizem que acompanharão a programação em ambos os meios. Outros 30% afirmam que não pretendem acompanhar a propaganda eleitoral em nenhum dos meios de transmissão.
O horário eleitoral gratuito do primeiro turno das Eleições 2026 será veiculado de 28 de agosto a 1º de outubro no rádio e na televisão.
A expectativa de acompanhar o horário eleitoral é maior entre os eleitores de Lula no primeiro turno: 79% afirmam que vão assistir ou ouvir a propaganda, enquanto 20% dizem que não pretendem acompanhá-la. Entre os eleitores de Flávio, também no primeiro turno, 64% afirmam que vão acompanhar e 34% dizem que não.
A maior proporção de eleitores que não pretendem assistir ou ouvir a propaganda eleitoral gratuita está entre os que declaram voto em branco ou nulo (51%) no primeiro turno.
O horário eleitoral gratuito do primeiro turno das Eleições 2026 será veiculado de 28 de agosto a 1º de outubro no rádio e na televisão.
A expectativa de acompanhar o horário eleitoral é maior entre os eleitores de Lula no primeiro turno: 79% afirmam que vão assistir ou ouvir a propaganda, enquanto 20% dizem que não pretendem acompanhá-la. Entre os eleitores de Flávio, também no primeiro turno, 64% afirmam que vão acompanhar e 34% dizem que não.
A maior proporção de eleitores que não pretendem assistir ou ouvir a propaganda eleitoral gratuita está entre os que declaram voto em branco ou nulo (51%) no primeiro turno.
A Nexus ouviu 2.003 entrevistados, com 16 anos ou mais, por telefone, de 14 a 16 de agosto. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-03317/2026.
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