Publicado 24/08/2026 09:23 | Atualizado 24/08/2026 09:31
Após faltar no primeiro debate eleitoral com candidatos à Presidência de 2026, promovido pelo Grupo Bandeirantes em parceria com o Estadão neste domingo, 23, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) publicou vídeo nas redes sociais em que criticou a ausência do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O petista teve uma entrevista concedida à Record transmitida no mesmo horário do encontro entre os candidatos.
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"Eu quero debater, mas quero debater com quem está destruindo o Brasil e piorando a sua vida", disse Flávio na publicação. O candidato ainda citou as investigações contra Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente, investigado por suspeitas de tráfico de influência.
A ausência dos dois líderes das pesquisas no primeiro confronto de ideias entre os presidenciáveis foi criticada pelos adversários e por analistas políticos. Romeu Zema (Novo) também cancelou a participação na manhã deste domingo.
No vídeo, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apresentou propostas, como redução de impostos, defendeu tratar facções criminosas como "organizações terroristas", medida que foi adotada pelo governo dos Estados Unidos (EUA). Também falou sobre a necessidade de fazer cortes em decretos e portarias que criam "burocracias", o que chamou de "tesouraço".
Flávio afirmou que os candidatos que compareceram neste domingo - Augusto Cury (Avante), Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD) - "não são seus adversários". "Eu respeito todos eles, mas eles definitivamente não são meus adversários. O meu adversário é quem está no poder."
"Eu quero debater, mas quero debater com quem está destruindo o Brasil e piorando a sua vida", disse Flávio na publicação. O candidato ainda citou as investigações contra Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente, investigado por suspeitas de tráfico de influência.
A ausência dos dois líderes das pesquisas no primeiro confronto de ideias entre os presidenciáveis foi criticada pelos adversários e por analistas políticos. Romeu Zema (Novo) também cancelou a participação na manhã deste domingo.
No vídeo, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apresentou propostas, como redução de impostos, defendeu tratar facções criminosas como "organizações terroristas", medida que foi adotada pelo governo dos Estados Unidos (EUA). Também falou sobre a necessidade de fazer cortes em decretos e portarias que criam "burocracias", o que chamou de "tesouraço".
Flávio afirmou que os candidatos que compareceram neste domingo - Augusto Cury (Avante), Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD) - "não são seus adversários". "Eu respeito todos eles, mas eles definitivamente não são meus adversários. O meu adversário é quem está no poder."
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