Publicado 26/08/2026 11:51
O candidato do Partido Social Democrático (PSD) à Presidência da República, Ronaldo Caiado, afirmou que mexer na Previdência Social não altera o equilíbrio fiscal e que não quer tocar no que chama de "direito adquirido". As declarações ocorreram durante sabatina da rádio CBN e dos jornais O Globo e Valor Econômico, nesta quarta-feira, 26.
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"Em direito adquirido você não toca", declarou Caiado, ao ser questionado sobre uma eventual reforma da Previdência. O candidato do PSD também criticou "penalizar o mais pobre que recebe salário mínimo" e defendeu o aumento do Produto Interno Bruto (PIB) em vez de "punir o aposentado".
"Tenho tantos assuntos prioritários, vou mexer em direito adquirido?", reiterou. Segundo ele, a reforma da Previdência será tratada no momento em que o governo "limpar a casa". Ele também mencionou a revisão do que chamou de "excessos, desmandos, corrupção e desvios". Caiado também falou sobre as emendas parlamentares e os incentivos fiscais.
O ex-governador de Goiás criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) por, segundo ele, não tolerar o debate sobre equilíbrio fiscal. No entanto, Caiado não informou exatamente onde fará cortes de despesas. "No momento em que eu ganhar a eleição, já posso pedir os dados, e a transição já trabalhar", disse.
O candidato do PSD afirmou ainda que, em sabatinas com a imprensa, tem o dever de apresentar "parâmetros gerais", e não "descer a nível de minúcia".
Educação
Na sabatina, Caiado também afirmou que proibirá a "aprovação automática" nas instituições de ensino brasileiras.
"Não autorizo passar de ano por questões cronológicas", afirmou. O ex-governador de Goiás disse ainda que nunca ouviu falar de aprovação automática e disse que vai proibi-la "sem dúvida alguma".
O candidato também afirmou que, atualmente, as faculdades brasileiras "não têm um quadro de docentes capazes de aplicar as matérias necessárias".
"Em direito adquirido você não toca", declarou Caiado, ao ser questionado sobre uma eventual reforma da Previdência. O candidato do PSD também criticou "penalizar o mais pobre que recebe salário mínimo" e defendeu o aumento do Produto Interno Bruto (PIB) em vez de "punir o aposentado".
"Tenho tantos assuntos prioritários, vou mexer em direito adquirido?", reiterou. Segundo ele, a reforma da Previdência será tratada no momento em que o governo "limpar a casa". Ele também mencionou a revisão do que chamou de "excessos, desmandos, corrupção e desvios". Caiado também falou sobre as emendas parlamentares e os incentivos fiscais.
O ex-governador de Goiás criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) por, segundo ele, não tolerar o debate sobre equilíbrio fiscal. No entanto, Caiado não informou exatamente onde fará cortes de despesas. "No momento em que eu ganhar a eleição, já posso pedir os dados, e a transição já trabalhar", disse.
O candidato do PSD afirmou ainda que, em sabatinas com a imprensa, tem o dever de apresentar "parâmetros gerais", e não "descer a nível de minúcia".
Educação
Na sabatina, Caiado também afirmou que proibirá a "aprovação automática" nas instituições de ensino brasileiras.
"Não autorizo passar de ano por questões cronológicas", afirmou. O ex-governador de Goiás disse ainda que nunca ouviu falar de aprovação automática e disse que vai proibi-la "sem dúvida alguma".
O candidato também afirmou que, atualmente, as faculdades brasileiras "não têm um quadro de docentes capazes de aplicar as matérias necessárias".
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