Publicado 26/08/2026 21:42 | Atualizado 26/08/2026 21:45
O candidato à presidência da República pelo Missão, Renan Santos, voltou a defender que o Brasil desenvolva bombas atômicas. Durante entrevista nesta quarta-feira, 26, à TV Globo, o presidenciável disse que "ter armas nucleares é uma forma de defender sua própria soberania".
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"No futuro, se o Brasil quiser ser uma das cinco maiores nações do mundo, ele vai precisar ter soberania, soberania sob seu próprio território, soberania militar e vai ter que discutir ter bombas atômicas", disse.
"No futuro, se o Brasil quiser ser uma das cinco maiores nações do mundo, ele vai precisar ter soberania, soberania sob seu próprio território, soberania militar e vai ter que discutir ter bombas atômicas", disse.
Crime organizado
Renan voltou a dizer que defende uma guerra contra o crime organizado.
"O que eu defendo é a criação e a declaração de uma guerra contra o crime organizado. É a aceitação de uma realidade que já é verdadeira para os brasileiros. Precisamos de uma guerra contra eles, esse é o primeiro ponto", disse. Ele voltou a defender uma mudança na legislação para aumento de penas e leis mais duras contra o crime organizado, com o objetivo de reocupar o território junto com as forças policiais e atingir a soberania nacional.
Dívida pública
O candidato à presidência da República pelo Missão disse que as medidas que adotará caso seja eleito irão deixar a dívida pública estável, além disso, voltou a defender o corte de gastos como uma das principais medidas para o problema fiscal do País.
Ao ser questionado sobre o comprometimento do seu governo com a redução da dívida pública, o candidato respondeu que "as medidas que nós vamos adotar, no mínimo, vão deixar ela (dívida pública) estável", disse. Como exemplo, ele citou que isso seria feito com corte de gastos e aumento do PIB. Além disso, ele mencionou que vai "desindexar desvinculações do piso da educação e da saúde, até porque hoje eles estão irracionais e estão quebrando pequenos municípios", afirmou.
Em seguida, ele afirmou que será necessário fazer outra reforma da Previdência. "Todas essas medidas vão evitar a aceleração e o resto é o corte de gasto que nós vamos fazer. Só que a beleza dos cortes de gastos é que eles estarão vinculados ao investimento em infraestrutura, que é uma coisa que o Brasil está precisando para poder voltar a crescer", disse.
Ao ser questionado sobre o comprometimento do seu governo com a redução da dívida pública, o candidato respondeu que "as medidas que nós vamos adotar, no mínimo, vão deixar ela (dívida pública) estável", disse. Como exemplo, ele citou que isso seria feito com corte de gastos e aumento do PIB. Além disso, ele mencionou que vai "desindexar desvinculações do piso da educação e da saúde, até porque hoje eles estão irracionais e estão quebrando pequenos municípios", afirmou.
Em seguida, ele afirmou que será necessário fazer outra reforma da Previdência. "Todas essas medidas vão evitar a aceleração e o resto é o corte de gasto que nós vamos fazer. Só que a beleza dos cortes de gastos é que eles estarão vinculados ao investimento em infraestrutura, que é uma coisa que o Brasil está precisando para poder voltar a crescer", disse.
Decisões 'ilegais' do STF
Renan Santos disse que não vai "sair desrespeitando" todas as decisões do Supremo Tribunal Federal (STF), mas voltou a defender que apenas aquelas decisões consideradas "ilegais" não devem ser cumpridas.
"Não é que eu falei que vou sair desrespeitando todas as decisões do STF, que isso é um absurdo", afirmou. Entretanto, ele defendeu que decisões que forem consideradas "ilegais" são uma exceção. "Qualquer cidadão, diante de uma decisão ilegal, ele pode não cumprir. Na verdade, ele tem o dever de não cumprir Decisão ilegal não se cumpre", concluiu.
"Não é que eu falei que vou sair desrespeitando todas as decisões do STF, que isso é um absurdo", afirmou. Entretanto, ele defendeu que decisões que forem consideradas "ilegais" são uma exceção. "Qualquer cidadão, diante de uma decisão ilegal, ele pode não cumprir. Na verdade, ele tem o dever de não cumprir Decisão ilegal não se cumpre", concluiu.
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