Publicado 31/08/2026 09:31 | Atualizado 31/08/2026 09:34
A vantagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) num provável segundo turno contra o senador Flávio Bolsonaro (PL) caiu 1,8 ponto porcentual, segundo a pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada na manhã desta segunda-feira, 31. O petista, que no levantamento do fim de julho tinha 49,2% das intenções de voto, agora registra 47,1%. O senador, por sua vez, ficou quase estável: de 42,9% passou a 42,6%. Com isso, a diferença entre ambos recuou de 6,3 pontos para 4,5, uma oscilação acima da margem de erro de um ponto porcentual para cima ou para baixo.
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Na disputa do primeiro turno, o levantamento indica também uma oscilação negativa dos candidatos do Partido dos Trabalhadores e do Partido Liberal (PL) e o crescimento de Augusto Cury (Avante) para a terceira posição. Lula tem 43,4% das intenções de voto, seguido de Flávio, com 33,7%, no primeiro turno. Depois, vêm Cury (7,8%); Renan Santos, do Missão, (7,6%); Ronaldo Caiado, do PSD, (3,3%); e Romeu Zema, do Novo (1%).
Em relação à pesquisa anterior, referente ao mês de julho, Lula caiu 1,6 ponto porcentual, e Flávio perdeu 2,3 pontos porcentuais.
Cury, com 7,8%, cresceu 6,2 pontos porcentuais no 1º turno em relação ao último levantamento, quando aparecia com 1,6%. Até então, ele figurava sempre atrás de Renan Santos (Missão), Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo).
Nos últimos dias, o candidato teve um "boom" de seguidores em suas redes sociais.
Os dados da pesquisa foram coletados entre os dias 25 e 30 de agosto de 2026, após o debate presidencial promovido por Band e Estadão, com parceria de TV Cultura, Gazeta e Jovem Pan (23), as sabatinas promovidas pela TV Globo (25 a 30) e o início do horário gratuito eleitoral (28).
Intenção de voto no 1º turno, segundo pesquisa Atlas/Bloomberg (31/8):
- 43,4% - Lula (PT)
- 33,7% - Flávio Bolsonaro (PL)
- 7,8% - Augusto Cury (Avante)
- 7,6% - Renan Santos (Missão)
- 3,3% - Ronaldo Caiado (PSD)
- 1,9% - Pablo Marçal (PRTB)
- 1,0% - Romeu Zema (Novo)
- 0,9% - Samara (UP)
- 0,1% - Rui Costa Pimenta (PCO)
- 0,1% - Wilson Grassi (Democrata)
- 0,1% - Branco/Nulo
- 0,2% - Não sei
Cenários de 2º turno conforme pesquisa Atlas/Bloomberg (31/8):
2º Turno: Lula x Flávio Bolsonaro
- 47,1% - Lula
- 42,6% - Flávio Bolsonaro
- 10,3% - Branco/Nulo/Não sei
2º Turno: Lula x Caiado
- 46,6% - Lula
- 41,0% - Caiado
- 12,3% - Branco/Nulo/Não sei
2º Turno: Lula x Zema
- 47% - Lula
- 40,7% - Zema
- 12,3% - Branco/Nulo/Não sei
2º Turno: Lula x Renan Santos
- 47,5% - Lula
- 26,0% - Renan Santos
- 26,6% - Branco/Nulo/Não sei
52,9% desaprovam o presidente Lula, e 45,4% aprovam
Na disputa do primeiro turno, o levantamento indica também uma oscilação negativa dos candidatos do Partido dos Trabalhadores e do Partido Liberal (PL) e o crescimento de Augusto Cury (Avante) para a terceira posição. Lula tem 43,4% das intenções de voto, seguido de Flávio, com 33,7%, no primeiro turno. Depois, vêm Cury (7,8%); Renan Santos, do Missão, (7,6%); Ronaldo Caiado, do PSD, (3,3%); e Romeu Zema, do Novo (1%).
Em relação à pesquisa anterior, referente ao mês de julho, Lula caiu 1,6 ponto porcentual, e Flávio perdeu 2,3 pontos porcentuais.
Cury, com 7,8%, cresceu 6,2 pontos porcentuais no 1º turno em relação ao último levantamento, quando aparecia com 1,6%. Até então, ele figurava sempre atrás de Renan Santos (Missão), Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo).
Nos últimos dias, o candidato teve um "boom" de seguidores em suas redes sociais.
Os dados da pesquisa foram coletados entre os dias 25 e 30 de agosto de 2026, após o debate presidencial promovido por Band e Estadão, com parceria de TV Cultura, Gazeta e Jovem Pan (23), as sabatinas promovidas pela TV Globo (25 a 30) e o início do horário gratuito eleitoral (28).
Intenção de voto no 1º turno, segundo pesquisa Atlas/Bloomberg (31/8):
- 43,4% - Lula (PT)
- 33,7% - Flávio Bolsonaro (PL)
- 7,8% - Augusto Cury (Avante)
- 7,6% - Renan Santos (Missão)
- 3,3% - Ronaldo Caiado (PSD)
- 1,9% - Pablo Marçal (PRTB)
- 1,0% - Romeu Zema (Novo)
- 0,9% - Samara (UP)
- 0,1% - Rui Costa Pimenta (PCO)
- 0,1% - Wilson Grassi (Democrata)
- 0,1% - Branco/Nulo
- 0,2% - Não sei
Cenários de 2º turno conforme pesquisa Atlas/Bloomberg (31/8):
2º Turno: Lula x Flávio Bolsonaro
- 47,1% - Lula
- 42,6% - Flávio Bolsonaro
- 10,3% - Branco/Nulo/Não sei
2º Turno: Lula x Caiado
- 46,6% - Lula
- 41,0% - Caiado
- 12,3% - Branco/Nulo/Não sei
2º Turno: Lula x Zema
- 47% - Lula
- 40,7% - Zema
- 12,3% - Branco/Nulo/Não sei
2º Turno: Lula x Renan Santos
- 47,5% - Lula
- 26,0% - Renan Santos
- 26,6% - Branco/Nulo/Não sei
52,9% desaprovam o presidente Lula, e 45,4% aprovam
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva é desaprovado por 52,9% e aprovado por 45,4%. Outros 1,7% disseram não saber.
Em um mês, a desaprovação de Lula subiu 1,7 ponto porcentual, enquanto a aprovação caiu 2,2 pontos porcentuais, de acordo com a série histórica do levantamento.
Na avaliação do governo, 51,1% consideram a gestão Lula ruim/péssima, 37,0% a classificam como ótima/boa e 11,9% a avaliam como regular.
Nos recortes demográficos da pesquisa, os grupos que mais desaprovam Lula são os mais jovens (16 a 24 anos), com 76,9%, e os evangélicos, com 76,1%. Já os que mais aprovam o presidente são os idosos (60 a 100 anos), com 63,2%, os católicos, com 55,4%, e os moradores do Nordeste, com 54,7%.
Confira abaixo as perguntas feitas e as respostas dos entrevistados:
"Você aprova ou desaprova o desempenho do presidente Lula?"
- 52,9% - Desaprovo
- 45,4% - Aprovo
- 1,7% - Não sei
"Como você avalia o governo do presidente Lula?"
- 51,1% - Ruim/Péssimo
- 37,0% - Ótimo/Bom
- 11,9% - Regular
Em um mês, a desaprovação de Lula subiu 1,7 ponto porcentual, enquanto a aprovação caiu 2,2 pontos porcentuais, de acordo com a série histórica do levantamento.
Na avaliação do governo, 51,1% consideram a gestão Lula ruim/péssima, 37,0% a classificam como ótima/boa e 11,9% a avaliam como regular.
Nos recortes demográficos da pesquisa, os grupos que mais desaprovam Lula são os mais jovens (16 a 24 anos), com 76,9%, e os evangélicos, com 76,1%. Já os que mais aprovam o presidente são os idosos (60 a 100 anos), com 63,2%, os católicos, com 55,4%, e os moradores do Nordeste, com 54,7%.
Confira abaixo as perguntas feitas e as respostas dos entrevistados:
"Você aprova ou desaprova o desempenho do presidente Lula?"
- 52,9% - Desaprovo
- 45,4% - Aprovo
- 1,7% - Não sei
"Como você avalia o governo do presidente Lula?"
- 51,1% - Ruim/Péssimo
- 37,0% - Ótimo/Bom
- 11,9% - Regular
Flávio Bolsonaro é rejeitado por 52,7% dos eleitores; 52% recusam Lula
O levantamento também mostra que Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) seguem na liderança da rejeição do eleitorado. Flávio é rejeitado por 52,7% dos eleitores e Lula, por 52,0%. Com isso, em um mês, em relação à pesquisa anterior, a rejeição de Flávio oscilou 0,2 pontos para baixo e rejeição de Lula cresceu 2,6 pontos.
A rejeição a Renan Santos (Missão) é de 43,1%. Romeu Zema (Novo) tem 33,9%, Ronaldo Caiado (PSD), 28,5%, e Augusto Cury (Avante), 18,5%, segundo a pesquisa.
Na comparação entre os dois principais nomes do levantamento, 46,4% disseram temer mais a reeleição de Lula do que a eleição de Flávio Bolsonaro (45,5%). Outros 7,9% afirmaram que ambos os resultados preocupam igualmente, e 0,2% disseram não saber.
A rejeição a Renan Santos (Missão) é de 43,1%. Romeu Zema (Novo) tem 33,9%, Ronaldo Caiado (PSD), 28,5%, e Augusto Cury (Avante), 18,5%, segundo a pesquisa.
Na comparação entre os dois principais nomes do levantamento, 46,4% disseram temer mais a reeleição de Lula do que a eleição de Flávio Bolsonaro (45,5%). Outros 7,9% afirmaram que ambos os resultados preocupam igualmente, e 0,2% disseram não saber.
55,1% acham que 'Caso Lulinha' afeta diretamente governo Lula
A pesquisa informa que 55,1% dos brasileiros acham que as investigações envolvendo o empresário Fábio Luís Lula da Silva, o "Lulinha", afetam diretamente o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Outros 37,9% dizem acreditar que é um problema exclusivo do filho do presidente. Outros 7,1% não souberam responder. Lulinha é investigado pela Polícia Federal (PF) em três inquéritos que giram em torno de suposto tráfico de influência em contratos no governo.
Os que acreditam que Lulinha ajudou empresários a conseguir contratos com o governo por meio de lobby somam 52,6%. Outros 26,3% acham que Lulinha não cometeu essas irregularidades. Outros 21,1% não souberam responder.
Para 43,4% dos eleitores, as investigações pioram muito a imagem do governo Lula. Para outros 37,4%, o Planalto não é afetado. Outros 17,3% acham que pioram pouco e, para 1,9%, melhoram.
Os que acreditam que o escândalo pode piorar muito a candidatura de Lula à reeleição são 34,8%, enquanto 36% avaliam que a campanha do petista não será afetada. Outros 24,6% avaliam que será um pouco afetada. Outros 4,6% não souberam responder.
Os que disseram ter "acompanhado de perto" o caso Lulinha somam 67,2% dos eleitores. Outros 29,5% disseram que conhecem o tema, mas com "poucos detalhes". Apenas 3,4% dizem que não tiveram contato.
A Atlas/Bloomberg ouviu 5.014 eleitores brasileiros entre 25 e 30 de agosto de 2026. A margem de erro é de 1 ponto porcentual para mais ou para menos, e o índice de confiabilidade é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07972/2026.
Os que acreditam que Lulinha ajudou empresários a conseguir contratos com o governo por meio de lobby somam 52,6%. Outros 26,3% acham que Lulinha não cometeu essas irregularidades. Outros 21,1% não souberam responder.
Para 43,4% dos eleitores, as investigações pioram muito a imagem do governo Lula. Para outros 37,4%, o Planalto não é afetado. Outros 17,3% acham que pioram pouco e, para 1,9%, melhoram.
Os que acreditam que o escândalo pode piorar muito a candidatura de Lula à reeleição são 34,8%, enquanto 36% avaliam que a campanha do petista não será afetada. Outros 24,6% avaliam que será um pouco afetada. Outros 4,6% não souberam responder.
Os que disseram ter "acompanhado de perto" o caso Lulinha somam 67,2% dos eleitores. Outros 29,5% disseram que conhecem o tema, mas com "poucos detalhes". Apenas 3,4% dizem que não tiveram contato.
A Atlas/Bloomberg ouviu 5.014 eleitores brasileiros entre 25 e 30 de agosto de 2026. A margem de erro é de 1 ponto porcentual para mais ou para menos, e o índice de confiabilidade é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07972/2026.
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