Publicado 28/09/2026 11:01 | Atualizado 28/09/2026 11:41
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 39% das intenções de voto no primeiro turno da eleição presidencial, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) registra 34%. O atual presidente voltou a liderar no primeiro turno fora da margem de erro, o que não acontecia na semana passada. Dados são da pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira, 28.
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No último dia 21, a pesquisa mostrou Lula com 37% das intenções de voto e Flávio com 33%, primeira vez que os dois principais candidatos apareceram empatados tecnicamente, no limite da margem de erro. Em uma semana, a distância entre os dois passou de quatro pontos percentuais para cinco pontos percentuais entre os dois levantamentos.
O escritor Augusto Cury (Avante), que estava na terceira posição, oscilou de 6% para 4%. O candidato está empatado tecnicamente com o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, que se manteve com 4% nas últimas duas semanas.
Já o influenciador e ativista Renan Santos (Missão) se manteve em 3% em comparação com a semana passada.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) apareceu com 1%, a mesma porcentagem do levantamento da última semana.
No último dia 21, a pesquisa mostrou Lula com 37% das intenções de voto e Flávio com 33%, primeira vez que os dois principais candidatos apareceram empatados tecnicamente, no limite da margem de erro. Em uma semana, a distância entre os dois passou de quatro pontos percentuais para cinco pontos percentuais entre os dois levantamentos.
O escritor Augusto Cury (Avante), que estava na terceira posição, oscilou de 6% para 4%. O candidato está empatado tecnicamente com o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, que se manteve com 4% nas últimas duas semanas.
Já o influenciador e ativista Renan Santos (Missão) se manteve em 3% em comparação com a semana passada.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) apareceu com 1%, a mesma porcentagem do levantamento da última semana.
Lula e Flávio empatam em 42% no 2º turno
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) registram 42% das intenções de voto cada em um eventual segundo turno da eleição presidencial. Em comparação com a última pesquisa, Flávio aparecia com 42%, ante 41% de Lula.
Em uma semana, portanto, o senador permaneceu estável, enquanto o petista oscilou um ponto porcentual para cima, eliminando a diferença de um ponto que havia entre os dois.
No cenário entre Lula e Flávio, os votos em branco, nulos e de eleitores que dizem não votar passaram de 14% para 13% em uma semana. Já os indecisos permaneceram em 3%.
Nas demais simulações de segundo turno, Lula registra 43% contra 40% do ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD). Na semana passada, os dois tinham 41% e 39%, respectivamente. O petista avançou dois pontos porcentuais, enquanto Caiado oscilou um ponto para cima.
Contra o escritor Augusto Cury (Avante), Lula aparece com 42%, ante 33% do adversário. No levantamento anterior, o placar era de 39% a 35%. Lula oscilou três pontos porcentuais para cima, enquanto Cury recuou dois.
Na disputa com Renan Santos (Missão), Lula tem 42% e o adversário, 39%. Há uma semana, os dois registravam 41% e 38%, respectivamente, o que representa oscilação de um ponto porcentual para cima para ambos.
Já contra Romeu Zema (Novo), Lula mantém os 46% registrados na semana passada, enquanto o ex-governador de Minas Gerais passou de 32% para 30%.
A pesquisa é a primeira da Quaest após a proibição das bets no País, anunciada por Lula na tarde de sexta-feira, 25. O levantamento foi realizado entre os dias 24 e 27 de setembro e medirá, em parte, os efeitos da medida.
No cenário entre Lula e Flávio, os votos em branco, nulos e de eleitores que dizem não votar passaram de 14% para 13% em uma semana. Já os indecisos permaneceram em 3%.
Nas demais simulações de segundo turno, Lula registra 43% contra 40% do ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD). Na semana passada, os dois tinham 41% e 39%, respectivamente. O petista avançou dois pontos porcentuais, enquanto Caiado oscilou um ponto para cima.
Contra o escritor Augusto Cury (Avante), Lula aparece com 42%, ante 33% do adversário. No levantamento anterior, o placar era de 39% a 35%. Lula oscilou três pontos porcentuais para cima, enquanto Cury recuou dois.
Na disputa com Renan Santos (Missão), Lula tem 42% e o adversário, 39%. Há uma semana, os dois registravam 41% e 38%, respectivamente, o que representa oscilação de um ponto porcentual para cima para ambos.
Já contra Romeu Zema (Novo), Lula mantém os 46% registrados na semana passada, enquanto o ex-governador de Minas Gerais passou de 32% para 30%.
A pesquisa é a primeira da Quaest após a proibição das bets no País, anunciada por Lula na tarde de sexta-feira, 25. O levantamento foi realizado entre os dias 24 e 27 de setembro e medirá, em parte, os efeitos da medida.
Aprovação de Lula oscila de 44% a 46%; desaprovação vai de 50% a 49%
A pesquisa também aponta que a aprovação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) oscilou de 44% para 46% em uma semana, enquanto a desaprovação passou de 50% para 49%. Apesar das oscilações, a desaprovação permanece numericamente acima da aprovação. O porcentual dos que não sabem ou não responderam passou de 6% para 5%.
Na avaliação do governo, a parcela que considera a gestão negativa oscilou de 42% para 41%, enquanto a avaliação positiva passou de 33% para 34%. Os que classificam o governo como regular permaneceram em 23%, e os que não sabem ou não responderam ficaram estáveis em 2%.
Na avaliação do governo, a parcela que considera a gestão negativa oscilou de 42% para 41%, enquanto a avaliação positiva passou de 33% para 34%. Os que classificam o governo como regular permaneceram em 23%, e os que não sabem ou não responderam ficaram estáveis em 2%.
Maioria apoia reajuste do Bolsa Família, bets restritas e canetas emagrecedoras no SUS
A maioria da população brasileira apoia as três apostas recentes do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo o levantamento, 62% aprovam restrição às apostas online (bets) e 58% aprovam canetas emagrecedoras no SUS.
A restrição às apostas esportivas é a mais popular, e a aprovação de 62% é resultado da soma dos 40% que sabiam da medida e a apoiam com os 22% que não sabiam, mas a consideram uma boa ideia.
A restrição às apostas esportivas é a mais popular, e a aprovação de 62% é resultado da soma dos 40% que sabiam da medida e a apoiam com os 22% que não sabiam, mas a consideram uma boa ideia.
Católicos e evangélicos
O presidente Lula avançou nas intenções de voto entre católicos e evangélicos tanto no primeiro quanto no segundo turno, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta segunda. No primeiro turno, Lula passou de 43% para 48% entre os católicos, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) foi de 27% para 29%. Entre os evangélicos, o petista oscilou de 23% para 27%, enquanto Flávio recuou de 49% para 46%.
No segundo turno, Lula passou de 46% para 50% entre os católicos, enquanto Flávio permaneceu em 37%. Já entre os evangélicos, o presidente oscilou de 28% para 30%, ao passo que o candidato do PL recuou de 58% para 54%.
O levantamento foi divulgado em meio à polêmica sobre Nossa Senhora Aparecida, que ganhou repercussão nas redes sociais após discussões sobre um projeto arquivado há quase 20 anos que tinha como objetivo retirar o título da santa como padroeira do Brasil.
No segundo turno, Lula passou de 46% para 50% entre os católicos, enquanto Flávio permaneceu em 37%. Já entre os evangélicos, o presidente oscilou de 28% para 30%, ao passo que o candidato do PL recuou de 58% para 54%.
O levantamento foi divulgado em meio à polêmica sobre Nossa Senhora Aparecida, que ganhou repercussão nas redes sociais após discussões sobre um projeto arquivado há quase 20 anos que tinha como objetivo retirar o título da santa como padroeira do Brasil.
Rejeição a Lula oscila de 55% para 54%; Flávio Bolsonaro se mantém em 56%
A rejeição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) oscilou de 55% para 54% em uma semana, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) se manteve com uma rejeição de 56%.
Ambos continuam como os candidatos à Presidência com maior recusa. Na pesquisa do último dia 21, 56% afirmavam que não votariam de jeito nenhum em Flávio e 55% em Lula. Ambos estavam tecnicamente empatados no indicador, em razão da margem de erro de dois pontos percentuais do levantamento.
Ambos continuam como os candidatos à Presidência com maior recusa. Na pesquisa do último dia 21, 56% afirmavam que não votariam de jeito nenhum em Flávio e 55% em Lula. Ambos estavam tecnicamente empatados no indicador, em razão da margem de erro de dois pontos percentuais do levantamento.
No 2º turno, Lula vai de 44% a 46% entre as mulheres; Flávio se mantém em 37%
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avançou nas intenções de voto entre as mulheres tanto no primeiro quanto no segundo turno.
No primeiro turno, Lula passou de 37% para 40% entre as mulheres na comparação com a pesquisa anterior, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) recuou de 32% para 29%. Com as oscilações, a vantagem numérica do petista nesse segmento aumentou de cinco para 11 pontos porcentuais.
As variações estão no limite da margem de erro de três pontos porcentuais para o recorte feminino.
Na simulação de segundo turno, Lula passou de 44% para 46% entre as mulheres, enquanto Flávio se manteve em 37%. A vantagem numérica do presidente aumentou de sete para nove pontos porcentuais em uma semana.
As variações estão no limite da margem de erro de três pontos porcentuais para o recorte feminino.
Na simulação de segundo turno, Lula passou de 44% para 46% entre as mulheres, enquanto Flávio se manteve em 37%. A vantagem numérica do presidente aumentou de sete para nove pontos porcentuais em uma semana.
43% têm mais medo da reeleição de Lula; outros 43% temem volta da família Bolsonaro
O cenário também está dividido quando se trata do medo da população em relação a vitória dos principais candidatos à Presidência: 43% têm mais medo da reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e 43% temem volta da família do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ao poder.
O levantamento mostra que 7% afirmam ter medo dos dois cenários, enquanto 3% dizem não temer nenhum deles. Não souberam responder ou não responderam 2% dos entrevistados.
O resultado volta a colocar os dois cenários em empate numérico. Na última pesquisa, no dia 21 de setembro, 43% dos entrevistados afirmavam ter mais medo da reeleição de Lula, e 42% apontavam ter medo da volta da família Bolsonaro.
A Quaest também mostra que 47% das mulheres têm mais medo da volta da família Bolsonaro e 37%, da permanência de Lula do poder. Já dos beneficiários do Bolsa Família, 57% têm mais medo da volta dos Bolsonaro e 30%, da permanência de Lula.
O levantamento mostra que 7% afirmam ter medo dos dois cenários, enquanto 3% dizem não temer nenhum deles. Não souberam responder ou não responderam 2% dos entrevistados.
O resultado volta a colocar os dois cenários em empate numérico. Na última pesquisa, no dia 21 de setembro, 43% dos entrevistados afirmavam ter mais medo da reeleição de Lula, e 42% apontavam ter medo da volta da família Bolsonaro.
A Quaest também mostra que 47% das mulheres têm mais medo da volta da família Bolsonaro e 37%, da permanência de Lula do poder. Já dos beneficiários do Bolsa Família, 57% têm mais medo da volta dos Bolsonaro e 30%, da permanência de Lula.
A pesquisa é a primeira da Quaest após a proibição das bets no País, anunciada por Lula na tarde de sexta-feira (25). O levantamento foi realizado entre os dias 24 e 27 de setembro e medirá, em parte, os efeitos da medida.
Contratada pela Globo e pelo jornal O Globo, a Quaest ouviu 2.004 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 24 e 27 de setembro. A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-06520/2026.
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