'Em Família': Coletiva é marcada por emoção de Julia Lemmertz e Bruna Marquezine
Na pele da última Helena de Manoel Carlos, Julia relembrou a época em que a mãe, Lilian Lemmertz, fez a primeira Helena de Maneco em ‘Baila Comigo’, em 1981
Por daniela.lima
Rio - O encontro entre Julia Lemmertz e Bruna Marquezine, as protagonistas de ‘Em Família’ — novela das 21h que estreia dia 3, na Globo —, durante uma coletiva de imprensa ontem no Projac, foi um verdadeiro chororô.
Julia Lemmertz e Bruna Marquezine na coletiva de 'Em Família'Felipe Panfili / Ag. News
Na pele da última Helena de Manoel Carlos, Julia relembrou — bastante emocionada — a época em que a mãe, Lilian Lemmertz, fez a primeira Helena de Maneco em ‘Baila Comigo’, em 1981. “Eu era uma adolescente e morava em São Paulo. Minha mãe estava no Rio fazendo novela. Às vezes, eu ia nas gravações. Lembro do prazer que tinha em fazer esse trabalho. Quando ela faleceu, encontrei os capítulos na casa dela, foi uma história forte”, revelou Julia.
Bruna, que estreou aos 7 anos em ‘Mulheres Apaixonadas’, em 2003, também de Manoel Carlos, comemora o reencontro com o autor: “Ele confiou em mim. Até hoje as pessoas se lembram da Salete. É um presente em dobro. Muita responsabilidade, mas estou me sentindo segura.”
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Reynaldo Gianecchini, o Cadu, que terá uma doença grave na trama, falou que não se incomoda em abordar um assunto que já foi seu drama pessoal. “Não tenho problema de falar sobre minha doença, foi um processo de entendimento de vida, não foi baixo-astral. Agradeço como pessoa. Anteontem, fez dois anos que ganhei uma medula nova. Olha que lindo!”, festejou. “Quando resolvi que o personagem teria uma doença, perguntei a ele se achava tranquilo, e Giane não criou obstáculo algum. Gianecchini é saudável de cabeça e de corpo. Vai ser um renascimento”, completou Manoel Carlos.
Já Giovanna Antonelli, que será Clara e terá um romance homossexual com Marina (Tainá Müller), fugiu da polêmica do beijo gay: “Se vai ter beijo ou não, isso é o de menos. Se tiver, vou fazer com o maior desejo, mas queremos contar uma linda história de amor. Se o público se sentir beijado e a gente conseguir levar o tesão do casal, é uma boa opção”, justificou. “Se houver necessidade do beijo, eu escrevo e o Jayme Monjardim (diretor) grava. Agora, se vai ao ar ou não, eu não sei”, reforçou Maneco.