Repórter xavecado por mulheres em 2016 recusa comparação com assédio na Rússia

Jornalista usou as redes sociais para se manifestar sobre a situação e disse não concordar com a maneira que seu vídeo tem sido usado

Por O Dia

Repórter foi xavecado por mulheres durante transmissão ao vivo para o SporTV
Repórter foi xavecado por mulheres durante transmissão ao vivo para o SporTV -

Rio - O jornalista Ben-Hur Correia foi às redes sociais para se manifestar sobre as diversas mensagens que tem recebido sobre um vídeo seu gravado em 2016, em Las Vegas, enquanto fazia uma transmissão ao vivo para o canal SporTV.

Na ocasião, o repórter foi cercado por um grupo de mulheres que começaram a xavecar com ele. Segundo sua declaração, o vídeo tem sido usado como comparação com o assédio cometido por brasileiros a uma estrangeira durante a Copa do Mundo da Rússia.

“Nessa quarta-feira, fui inundado com um monte de mensagens, comentando aquele vídeo engraçado no qual eu sou atacado por um grupo de meninas em vegas. E tem muita gente usando esse vídeo de uma forma que eu não concordo”, disse.

“Primeiro, a gente não pode comparar a minha situação (naquele vídeo) à situação que a menina russa sofre rodeada por brasileiros. Eu não fui coagido, não fui insultado e não fui induzido a falar palavras que me insultariam em um idioma que eu não conheço. As duas situações são bem diferentes. Segundo, eu sou homem e conseguiria sair daquela situação de forma mais natural”, completou no vídeo.

No vídeo que circulou nas redes sociais, foi veiculado pela imprensa e causou revolta e repúdio em vários países, homens vestindo a camisa da Seleção Brasileira aparecem ao lado de uma mulher não identificada. Ela parece não compreender o idioma, muito menos o sentido sexista das frases que o grupo gritava em coro e induziam a repetição pela moça.

 

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