Fióti e EmicidaReprodução

Rio - E se a história da negritude brasileira fosse contada pelo olhar do povo preto? Este é o princípio da série documental “O Enigma da Energia Escura”, no ar no GNT e no Globoplay. Para falar sobre ela, o ‘Conversa com Bial’ de hoje recebe o rapper Emicida e seu irmão Evandro Fióti, os criadores da série. Os irmão falam sobre a entrada de ambos no mundo artístico e sobre a idealização e objetivos da nova obra. 
“A arte tem um papel transformador muito importante. A minha trajetória e a do Fióti são um exemplo cristalino de como a arte pode produzir uma forma de emancipação que enriquece a sociedade na qual ela se encontra”, conta Emicida, que também relembra o início de sua carreira musical durante o papo. “O mais importante na série é propor o diálogo sobre o desconhecimento que o Brasil tem da potência com que as populações afrodiaspóricas podem contribuir para a evolução da sociedade brasileira”, destaca Fióti.
E se a história da negritude brasileira fosse contada pelo olhar do povo preto? Este é o princípio da série documental “O Enigma da Energia Escura”, no ar no GNT e no Globoplay. Para falar sobre ela, o ‘Conversa com Bial’ de hoje recebe o rapper Emicida e seu irmão Evandro Fióti, os criadores da série. Os irmão falam sobre a entrada de ambos no mundo artístico e sobre a idealização e objetivos da nova obra. “A arte tem um papel transformador muito importante. A minha trajetória e a do Fióti são um exemplo cristalino de como a arte pode produzir uma forma de emancipação que enriquece a sociedade na qual ela se encontra”, conta Emicida, que também relembra o início de sua carreira musical durante o papo. “O mais importante na série é propor o diálogo sobre o desconhecimento que o Brasil tem da potência com que as populações afrodiaspóricas podem contribuir para a evolução da sociedade brasileira”, destaca Fióti.