Publicado 20/08/2026 10:58 | Atualizado 20/08/2026 11:18
Olá, meninas!
PublicidadeNa última quarta-feira (19), vivi uma tarde muito especial no Museu do Amanhã, no Rio. Estive ao lado de cerca de 300 voluntários do INCAvoluntário em uma celebração que, para mim, diz muito sobre o poder de um gesto simples: estender a mão para quem precisa.
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O encontro marcou o mês do voluntariado no Brasil e teve como tema “Voluntariado, a força que move o amanhã”. Mas, mais do que comemorar uma data, foi um momento para homenagear quem dedica tempo, carinho e atenção aos pacientes e familiares atendidos pelo Instituto Nacional de Câncer.
E olha, foi uma alegria enorme poder participar desse momento ao lado de pessoas tão especiais. Também estiveram presentes o coreógrafo Carlinhos de Jesus e a bailarina Ana Botafogo, padrinhos de longa data do Bloco da Solidariedade, campanha do INCA que incentiva a doação de sangue e plaquetas.
Benito chega para representar o acolhimento
O encontro marcou o mês do voluntariado no Brasil e teve como tema “Voluntariado, a força que move o amanhã”. Mas, mais do que comemorar uma data, foi um momento para homenagear quem dedica tempo, carinho e atenção aos pacientes e familiares atendidos pelo Instituto Nacional de Câncer.
E olha, foi uma alegria enorme poder participar desse momento ao lado de pessoas tão especiais. Também estiveram presentes o coreógrafo Carlinhos de Jesus e a bailarina Ana Botafogo, padrinhos de longa data do Bloco da Solidariedade, campanha do INCA que incentiva a doação de sangue e plaquetas.
Benito chega para representar o acolhimento

Um dos momentos mais fofos e emocionantes do encontro foi o lançamento do Benito, o primeiro mascote do INCAvoluntário. E não poderia existir personagem mais delicado para representar essa missão.
Benito é um bicho-preguiça de pelúcia, criado pelo artista Diego Saraiva, e representa acolhimento, cuidado e respeito ao tempo de cada paciente. O próprio nome significa “aquele que faz o bem”.
Com seus braços compridos, o mascote lembra aquele abraço demorado, sem pressa, que tantas vezes é exatamente o que alguém precisa receber. Seu jeito tranquilo também reforça uma mensagem muito bonita: cada pessoa tem seu próprio tempo, especialmente durante um tratamento contra o câncer.
Todos os voluntários receberam um Benito de presente e, agora, quem quiser também pode levar o mascote para casa. A pelúcia custa R$ 90 e está à venda no Bazar do INCAvoluntário, na Rua Washington Luis, 35, no Centro do Rio, e nos bazares das unidades hospitalares do Centro, Vila Isabel e Santo Cristo. E tem um detalhe muito importante: toda a renda é destinada às ações de humanização hospitalar e ao apoio de pacientes oncológicos em situação de vulnerabilidade social.
### Solidariedade que olha para o futuro
A escolha do Museu do Amanhã para essa celebração também teve um significado especial. O espaço nos convida justamente a pensar no futuro que queremos construir, e eu acredito que não existe futuro melhor sem solidariedade, empatia e cuidado com o próximo.
Durante o encontro, a gerente-geral do INCAvoluntário, Fernanda Vieira, falou sobre a importância desse trabalho e lembrou que doar tempo também é uma das mais bonitas formas de demonstrar amor.
A programação ainda contou com uma homenagem a pessoas e empresas parceiras que ajudam a manter as ações do INCAvoluntário e com a palestra “Felicidade baseada em evidência”, ministrada pelo médico oncologista Carlos José de Andrade.
E este ano tem um significado ainda maior para quem acredita na força do voluntariado. Em 2026, a Organização das Nações Unidas celebra o Ano Internacional dos Voluntários para o Desenvolvimento Sustentável, reconhecendo a importância dessas iniciativas para a construção de uma sociedade mais solidária.
Há mais de 50 anos, o INCAvoluntário atua na humanização do atendimento e no apoio a pacientes do INCA e seus familiares. Uma rede formada por pessoas que doam algo que não se compra: tempo, presença, escuta e carinho.
Para mim, estar ali foi também uma oportunidade de lembrar que, muitas vezes, pequenos gestos podem fazer uma diferença enorme na vida de alguém. E talvez seja justamente esse o verdadeiro significado de fazer o bem: estar presente quando o outro mais precisa.
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