
O tensão externa apoia apostas de 100% em novo corte de 0,75 pp dos juros nos EUA na reunião de 18 de março, para a faixa de 0,25% a 0,50%, após a queda emergencial de 0,50 pp ao ano nesta semana. Em consequência, às 9h16, o índice DXY recuava 0,85%, a 95.976 pontos. Mas o dólar sobe ante moedas emergentes latino-americanas, como peso chileno, peso colombiano e peso mexicano.
Segundo economistas da Renascença DTVM, além da cautela com o exterior "há todo o desconforto do mercado com a situação brasileira, que agrega fraco desempenho econômico, ruídos políticos e andamento da agenda de reformas aquém do esperado".
Além disso, segundo afirmam em análise a clientes, há "a visão negativa do mercado quanto às comunicações e atuações do Banco Central no mercado de câmbio, o que tem provocado a visão de fatia dos investidores de questionar a sinalizada redução da taxa Selic nas próximas semanas".






