Com base no documento, os demais países que integram o acordo verificarão a compatibilidade das regras e procedimentos de compras realizadas pelo governo brasileiro com as normas do acordo. Entre as regras a serem avaliadas, estão as entidades que fazem licitações em todos os níveis de governo, a participação de fornecedores estrangeiros em concorrências no país e a transparência nas licitações.
Em 21 de agosto, o Ministério da Economia abriu consulta pública sobre a adesão do Brasil ao GPA. Aberta por 60 dias, a consulta permite que indivíduos e entidades do setor privado e da sociedade civil manifestem interesses e sensibilidades em relação aos termos de adesão do Brasil ao acordo. As contribuições serão analisadas durante a elaboração da oferta brasileira aos membros do GPA, que constituirá o próximo passo formal do Brasil no processo de acessão.
Liberalização
De acordo com a pasta, os benefícios do GPA vão além da melhoria nas exportações. Com a entrada de empresas estrangeiras, o aumento na concorrência nas compras públicas permite ao governo economizar nas licitações e ajuda o combate à corrupção, ao prevenir práticas anticompetitivas, como a formação de cartéis.
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