Em 12 meses, a alta do índice foi de 4,94%Agência Brasil
- Vestuário (0,45%)
- Despesas pessoais (0,42%)
- Transportes (0,41%)
- Saúde e cuidados pessoais (0,24%)
- Habitação (0,16%)
- Educação (0,09%)
- Artigos de residência (-0,64%)
- Comunicação (-0,09%)
- Alimentação e bebidas (-0,02%)
Transportes
Alimentos caem pelo 5º mês
- cebola (-7,65%)
- ovo de galinha (-3,01%)
- arroz (-1,37%)
- leite longa vida (-1%)
Cada um desses recuos representa 0,01 p.p. no IPCA-15. No período de cinco meses de queda do grupo alimentos e bebidas, há um alívio acumulado de 0,98%.
Conta de luz mais barata
A explicação está migração da bandeira tarifária vermelha patamar 2 para 1. No 2, há cobrança adicional de R$ 7,87 na conta de luz a cada 100 Kwh consumidos. Já no nível 1, o extra é de R$ 4,46.
A cobrança extra é determinada pela Aneel para custear usinas termelétricas em tempos de baixa nos reservatórios das hidrelétricas. O adicional é necessário, pois a energia gerada pelas termelétricas é mais cara que a hidrelétrica.
IPCA 15 X IPCA
A diferença está no período de coleta de preços e na abrangência geográfica. Na prévia, a pesquisa e feita e divulgada antes mesmo de acabar o mês de referência. Em relação à divulgação atual, o período de coleta foi 16 de setembro a 13 de outubro.
Ambos os índices levam em consideração uma cesta de produtos e serviços para famílias com rendimentos entre um e 40 salários mínimos. Atualmente o valor do mínimo é R$ 1.518.
O IPCA-15 coleta preços em 11 localidades do país (as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e Goiânia.); e o IPCA, 16 localidades (inclui Vitória, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju). O IPCA cheio de outubro será divulgado em 11 de novembro.

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