Publicado 17/06/2026 12:12
Rio - O futebol brasileiro pode se tornar o primeiro grande mercado do mundo a transformar o patrocínio de uma plataforma adulta em estratégia recorrente entre clubes profissionais. Com acordos já fechados com Vila Nova e Operário, ambos da Série B, a FatalFans negocia com o Corinthians um contrato estimado em R$ 17 milhões por um ano, envolvendo quatro modalidades. A possível entrada em um dos maiores clubes do país muda o patamar da discussão.
Publicidade A entrada da plataforma no futebol começou pelo Vila Nova, em março de 2026, quando foi fechado contrato de um ano para estampar a marca dentro da numeração da camisa do clube goiano. Poucas semanas depois, veio o segundo passo, com o Operário Ferroviário, de Ponta Grossa, em acordo também anual para exposição no meião e no calção.
A sequência colocou a empresa em dois clubes profissionais da Série B em menos de um mês e abriu caminho para uma ambição maior: transformar contratos que poderiam parecer pontuais em uma estratégia nacional de patrocínio esportivo.
A FatalFans não foi a primeira empresa desse ramo a investir no futebol. Em 2022, a Fatal Models começou uma parceria com o Vitória. A empresa também esteve junto do Remo, Amazonas, Brusque, Paysandu, Ponte Preta, Vila Nova, ABC, Sampaio Corrêa e Tombense.
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