Gianni Infantino, atual presidente da FifaAFP
Publicado 02/08/2026 09:11 | Atualizado 02/08/2026 09:59
Rio - Gianni Infantino poderia aumentar significativamente a própria remuneração com o plano de vender parte das competições da Fifa para investidores privados. Segundo o jornal inglês "The Times", o presidente da entidade teria o salário anual multiplicado por seis caso a proposta fosse aprovada.

O projeto previa a criação de uma empresa (Fifa Forward Enterprise), responsável pela operação de torneios como a Copa do Mundo e o Mundial de Clubes. A iniciativa, no entanto, foi abandonada após forte resistência de confederações e sindicatos.
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De acordo com um relatório de transparência da própria Fifa, Infantino recebeu US$ 4,8 milhões (R$ 25 milhões à época) em 2025, valor composto por um salário fixo de US$ 2,6 milhões e US$ 2,2 milhões em bônus. Com a FFE em funcionamento, a remuneração saltaria para cerca de US$ 30 milhões anuais (cerca de R$ 152 milhões), sem considerar bonificações extras.

Além do aumento salarial, o dirigente também permaneceria à frente da nova empresa sem limite de mandatos. Como presidência da Fifa, só poderá permanecer no cargo até 2031, caso seja reeleito em 2027. 
*Reportagem do estagiário Bernardo Fonseca, sob a supervisão de Rodrigo Souza
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