Danilo em treino do Botafogo no LonierVítor Silva / Botafogo
Publicado 12/02/2026 19:20
Rio - O volante Danilo, de 24 anos, é um dos principais destaques do Botafogo na temporada. Com cinco jogos em campo, o jovem anotou quatro gols, já igualando seu segundo ano mais artilheiro na vida, quando em 2021 pelo Palmeiras, entrou em campo em 50 partidas. A fase goleadora tem o motivado. 
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"Só agradecer a Deus, por me abençoar, por começar bem a temporada. Isso também, na minha carreira, é a primeira vez que a gente começa nessa volúpia toda, assim, de chegar fazendo um gol, brigar por artilharia. Então é só aproveitar o momento, né?", contou em entrevista ao jornalista Igor Rodrigues.
O ano em que fez mais gols foi 2022, quando pelo Palmeiras, ele balançou a rede em sete oportunidades em 57 jogos. Depois, Danilo foi vendido ao Nottingham Forest. De volta ao Brasil, o jovem se sente pronto para viver seu auge.
"Acho que no Palmeiras em 2022 foi a minha melhor passagem no Palmeiras. Antes eu já estava bem, né, só que em 22 eu já comecei a amadurecer mais ali também, por ter jogado finais e jogos atrás de jogos, então fui amadurecendo. A minha ida lá para a Europa também me ajudou bastante pra ver o meu potencial de chegada, que lá também eu fiz bastante gol também chegando de trás. Cobram isso também. Então, e aqui no Botafogo, com o Ancelotti, antes eu ainda chegava, só que não chegava nem tanto assim, ainda consegui fazer um gol, dar uma assistência. Só que agora, com o Anselmi, estamos tendo mais liberdade e é um jogo que eu gosto bastante, que é o box-to-box ali, de pisar na área e tal. Estou podendo ajudar o Botafogo nessas minhas idas ao ataque, fazer uns golzinhos", contou.
Em relação a receber oportunidades novamente na seleção brasileira, Danilo prega cautela. Na sua opinião, um retorno irá acontecer naturalmente, caso consiga se destacar no Botafogo.
"Ah, eu acho que tenho que buscar muito, né? Claro que lá fora tem um peso e tal, mas eu acho que futebol é se dedicar, eu acho que tanto jogando no Brasil, tanto jogando lá fora, não vai interferir. O cara tem que entrar com a personalidade dentro de campo, vestir a amarelinha, jogar e trazer o hexa. Então eu acho que aqui no Brasil isso vai me ajudar bastante. Porque ficar perto da família, querendo ou não, ajuda 1000%. Eu vim pro Botafogo com um foco só que é honrar. Honrar a camisa do Botafogo", concluiu.
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