Publicado 28/02/2026 21:32 | Atualizado 28/02/2026 23:37
Rio - Com um time cheio de garotos e reservas, o Botafogo teve uma noite de pouquíssima inspiração no Estádio Nilton Santos, mas garantiu vaga na decisão da Taça Rio de 2026. Isso porque empatou sem gols com o Boavista, na noite deste sábado (28), pelo jogo da volta da semifinal da competição. Na partida de ida, o Glorioso venceu o adversário por 2 a 0.
PublicidadeNa decisão, a equipe de Anselmi enfrentará o Bangu, que eliminou o Volta Redonda. A Ferj ainda vai confirmar data, horário e local do jogo único da final.
Agora, o Alvinegro vira a chave para a Libertadores. O Glorioso vai enfrentar o Barcelona (EQU) na terça-feira (3), a partir das 21h30 (de Brasília), fora de casa, pelo jogo de ida da terceira fase preliminar.
O jogo
O ritmo foi baixo no primeiro tempo. O Botafogo teve amplo domínio da posse de bola. Já o Boavista se defendia mais e mostrava dificuldade para sair na transição rápida. O goleiro Raul não precisou fazer defesas ao longo da etapa inicial.
O Glorioso, por sua vez, não acelerava o jogo e encontrava dificuldades para quebrar as linhas do Boavista. E quando conseguia chegar na área, não conseguia concluir as jogadas. O goleiro do Verdão só fez uma defesa na primeira etapa, depois de um chute de fora da área de Arthur Cabral.
Na etapa etapa complementar, o jogo foi diferente. Afinal, o Boavista "acordou". O Verdão de Saquarema passou a pressionar mais o Botafogo e também a ter mais a bola.
Nesse cenário de pressão, o Botafogo viu o Boavista assustar. Aos oito minutos, após uma saída errada perto da área, o Boavista retomou a posse, e a bola chegou a Berê, que finalizou para fora com desvio.
Já perto dos 25, Berê foi derrubado na área, e o árbitro assinalou o pênalti. Após uma longa revisão do VAR, porém, foi assinalado um impedimento pouco antes do lance.
O Botafogo não reagia e, diante do cenário, Anselmi promoveu as entradas de Nathan Fernandes e Villalba nas vagas de Correa e Artur.
Assim, o Glorioso teve um pouco mais de velocidade e conseguiu levar perigo pela primeira vez, em chute de Nathan Fernandes, pelos 35 minutos, mas foi só. Nos instantes finais, o Boavista reclamou de um possível pênalti cometido por Justino, mas o árbitro não viu infração, e o VAR não chamou.
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