Publicado 05/08/2026 11:02 | Atualizado 05/08/2026 11:26
Lateral-direito do Botafogo, Vitinho revelou ter ficado decepcionado por não ter sido convocado por Carlo Ancelotti para representar o Brasil na Copa do Mundo de 2026. Ele chegou a ser chamado durante o ciclo de preparação, em setembro e outubro do ano passado, mas ficou fora da lista definitiva do comandante italiano.
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“Bateu na trave. Fiquei um pouco chateado. Vou continuar fazendo o que estava fazendo no Botafogo. Foi isso o que me levou à seleção brasileira. Alguns anos atrás, estava tão longe. Agora, quase fui para a Copa do Mundo”, disse o jogador, em entrevista coletiva nesta quarta-feira (5).
“Isso é sinônimo de que estou no caminho certo. Se Deus quiser, na próxima estarei lá”, completou.
“Bateu na trave. Fiquei um pouco chateado. Vou continuar fazendo o que estava fazendo no Botafogo. Foi isso o que me levou à seleção brasileira. Alguns anos atrás, estava tão longe. Agora, quase fui para a Copa do Mundo”, disse o jogador, em entrevista coletiva nesta quarta-feira (5).
“Isso é sinônimo de que estou no caminho certo. Se Deus quiser, na próxima estarei lá”, completou.
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Apesar da ausência no torneio, o defensor garantiu que não faltou apoio: “Nunca deixamos de torcer. Queria que a Seleção tivesse ido mais longe, que fosse campeã. Mas não aconteceu, é o futebol, não tem o que fazer”. A Amarelinha foi eliminada nas oitavas de final, para a Noruega.
Vitinho também destacou a importância dos treinos para o Glorioso durante a pausa no calendário. “Acho que a parada foi bastante positiva para nós. O Franclim (Carvalho) teve tempo para implementar o que queria. Quando chegou, estávamos no meio da temporada. Foi super positivo. Conseguimos bons resultados, que deram mais confiança ao grupo”, contou.
Apesar da ausência no torneio, o defensor garantiu que não faltou apoio: “Nunca deixamos de torcer. Queria que a Seleção tivesse ido mais longe, que fosse campeã. Mas não aconteceu, é o futebol, não tem o que fazer”. A Amarelinha foi eliminada nas oitavas de final, para a Noruega.
Vitinho também destacou a importância dos treinos para o Glorioso durante a pausa no calendário. “Acho que a parada foi bastante positiva para nós. O Franclim (Carvalho) teve tempo para implementar o que queria. Quando chegou, estávamos no meio da temporada. Foi super positivo. Conseguimos bons resultados, que deram mais confiança ao grupo”, contou.
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O Botafogo se prepara para encarar o Fluminense, no sábado (8), às 21h30 (de Brasília), no Nilton Santos, pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro. “Clássico é clássico, queremos ganhar. Vamos preparados, tivemos tempo para treinar, para trabalhar. Esperamos fazer um bom jogo para sair com a vitória”, declarou o lateral-direito.
O Botafogo se prepara para encarar o Fluminense, no sábado (8), às 21h30 (de Brasília), no Nilton Santos, pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro. “Clássico é clássico, queremos ganhar. Vamos preparados, tivemos tempo para treinar, para trabalhar. Esperamos fazer um bom jogo para sair com a vitória”, declarou o lateral-direito.
Outras respostas de Vitinho
. Notícias sobre possível saída: “Eu fiquei assustado quando vi. Não conheço ele (o jornalista), nunca conversamos. Não sei qual era a intenção, mas penso que agiu de má-fé. Estou super contente aqui, é um clube que tenho eterna gratidão. Isso vai ser para o resto da minha carreira”.
. Evolução do sistema defensivo: “Nos cobramos bastante no dia a dia sobre não tomar gols. Cai muito em cima de nós que jogamos lá atrás, somos quem defende, mas é o grupo inteiro, seja quando atacamos ou defendemos. Eu parabenizei o elenco para que isso continuasse. Não tomar gols, para mim, é 50%. Temos um dos melhores ataques do campeonato, vamos fazer gols e, então, é importante não levar para ganhar os jogos”.
. Presença da torcida diante do Fluminense: “Jogar com a torcida dentro do nosso estádio é totalmente diferente. É uma emoção diferente, nos ajuda. Espero que venham ao jogo, que joguem juntos, para que possamos sair com a vitória”.
. Sul-Americana: “O clube inteiro quer ganhar sempre. No dia a dia, não conversamos sobre título, e sim sobre o próximo jogo. Pensamos no que acontece agora. Temos o clássico com o Fluminense e, depois, o jogo na Sul-Americana. Esperamos sair de lá com um resultado positivo, apesar de ser na altitude. Vai ser difícil, já joguei algumas vezes e sei como é. Mas nada é impossível. Vamos pensar em título lá na frente”.
. Melhor jogar ou treinar mais?: “Jogar é muito melhor, nenhum jogador gosta de ficar muito tempo sem jogar. Mas o treino também é importante. Aqui no Brasil, não temos muito tempo. Lá fora, lembro que a pré-temporada durava seis, sete semanas. Aqui não tem isso. Quando temos tempo para treinar entre a gente é bom para conhecer o grupo, os que chegam. É válido, mas todos querem jogar o tempo inteiro”.
. Chegada de novos goleiros: “Desde que cheguei, o que mais me ajudou foi o grupo. Isso é a força do Botafogo. Depois de tudo o que passamos, se não fosse o grupo, poderíamos estar em uma situação muito pior. Mas estivemos ali, presentes. Fomos sólidos nos momentos difíceis. Minha função é ajudar os que estão chegando, como fui ajudado. Sei que passamos um momento difícil na posição, o que passamos a eles é positividade, confiança. Estaremos juntos independentemente de qualquer coisa. O Warleson vem bem, fez boas partidas. Fico feliz, já conhecia ele”.
. Reencontro com Artur Jorge: “Não teve muita conversa. Desejei boa sorte, temos um carinho gigante por ele. Não só eu, mas todos os que estão aqui. A gratidão vai ser eterna. Sou um cara que tenho a índole de ser grato por tudo o que passei. Com ele, foram momentos inesquecíveis. Vai ser sempre assim”.
. O que passa aos novos jogadores?: “Procuro passar o que sinto. Lembro que quando cheguei, tive o feeling da torcida. Um amor pelo clube que nunca tinha visto antes. É isso que tento passar, o quão grande é o Botafogo. Conversamos no dia a dia. Alguns chegaram em momentos difíceis, blindamos o grupo. Conseguimos fazer isso bem. Estão em um clube gigante, acostumado a vencer, que tem uma história linda”.
. Alguma história do título?: “Em 2023, tudo aconteceu no Botafogo. Acho que o jogo contra o Palmeiras (em 2024) foi a virada de chave para todos. Tivemos alguns tropeços, fomos jogar contra eles e vários falaram que iríamos passar por tudo de novo. Aqui dentro estava tudo tranquilo, continuamos do mesmo jeito. Quando passamos pelo Palmeiras lá, ganhamos muita confiança para ir à final”.
. Como tem sido vivenciar os avanços no CT Lonier?: “O Botafogo vem crescendo como um todo. No dia a dia, as coisas acontecem para engrandecer o clube. Temos uma estrutura que poucos tem. Não falta nada. Já escutei histórias do que viviam antes de eu chegar. Hoje, é totalmente diferente. Alguns chegam e se assustam com o que temos aqui. A SAF mudou muita coisa e ainda vai mudar mais”.
. O que projeta para a carreira: “Procuro olhar sempre para o dia a dia, o que vivo hoje. O dia de amanhã no futebol é difícil de falar. A minha preocupação é dar o meu melhor, trabalhar bem e fazer bons jogos. Quero continuar construindo a minha história aqui. Desde que cheguei, foram só coisas boas. Aprendi muito, cresci muito. Vivi coisas que nunca tinha vivido lá fora. Fico feliz por isso. O Botafogo faz parte da minha história. Hoje e sempre. Sei da cobrança, fico feliz pela cobrança da torcida. É um sinal de que gostam, esperam o melhor de mim. Quanto ao futuro, deixo nas mãos de Deus”.
. Transformação na gestão da SAF: “Ainda não conversamos com ele (Gabriel de Alba). Está para vir aqui. Já falamos com outras pessoas, sabemos um pouco do plano para o clube. Claro que não vou falar nada aqui (risos), mas nós sabemos. Fico feliz, porque tudo o que falam está acontecendo. Espero que sigamos nesse caminho”.
. Grama sintética: “É realmente diferente jogar na grama sintética. Entre jogar na grama sintética ou em um gramado ruim, prefiro jogar na grama sintética. Muitas vezes saímos para jogar e o gramado não está aquelas coisas. E o futebol acaba caindo. É difícil falar, cada um vai ter sua opinião”.
. Evolução do sistema defensivo: “Nos cobramos bastante no dia a dia sobre não tomar gols. Cai muito em cima de nós que jogamos lá atrás, somos quem defende, mas é o grupo inteiro, seja quando atacamos ou defendemos. Eu parabenizei o elenco para que isso continuasse. Não tomar gols, para mim, é 50%. Temos um dos melhores ataques do campeonato, vamos fazer gols e, então, é importante não levar para ganhar os jogos”.
. Presença da torcida diante do Fluminense: “Jogar com a torcida dentro do nosso estádio é totalmente diferente. É uma emoção diferente, nos ajuda. Espero que venham ao jogo, que joguem juntos, para que possamos sair com a vitória”.
. Sul-Americana: “O clube inteiro quer ganhar sempre. No dia a dia, não conversamos sobre título, e sim sobre o próximo jogo. Pensamos no que acontece agora. Temos o clássico com o Fluminense e, depois, o jogo na Sul-Americana. Esperamos sair de lá com um resultado positivo, apesar de ser na altitude. Vai ser difícil, já joguei algumas vezes e sei como é. Mas nada é impossível. Vamos pensar em título lá na frente”.
. Melhor jogar ou treinar mais?: “Jogar é muito melhor, nenhum jogador gosta de ficar muito tempo sem jogar. Mas o treino também é importante. Aqui no Brasil, não temos muito tempo. Lá fora, lembro que a pré-temporada durava seis, sete semanas. Aqui não tem isso. Quando temos tempo para treinar entre a gente é bom para conhecer o grupo, os que chegam. É válido, mas todos querem jogar o tempo inteiro”.
. Chegada de novos goleiros: “Desde que cheguei, o que mais me ajudou foi o grupo. Isso é a força do Botafogo. Depois de tudo o que passamos, se não fosse o grupo, poderíamos estar em uma situação muito pior. Mas estivemos ali, presentes. Fomos sólidos nos momentos difíceis. Minha função é ajudar os que estão chegando, como fui ajudado. Sei que passamos um momento difícil na posição, o que passamos a eles é positividade, confiança. Estaremos juntos independentemente de qualquer coisa. O Warleson vem bem, fez boas partidas. Fico feliz, já conhecia ele”.
. Reencontro com Artur Jorge: “Não teve muita conversa. Desejei boa sorte, temos um carinho gigante por ele. Não só eu, mas todos os que estão aqui. A gratidão vai ser eterna. Sou um cara que tenho a índole de ser grato por tudo o que passei. Com ele, foram momentos inesquecíveis. Vai ser sempre assim”.
. O que passa aos novos jogadores?: “Procuro passar o que sinto. Lembro que quando cheguei, tive o feeling da torcida. Um amor pelo clube que nunca tinha visto antes. É isso que tento passar, o quão grande é o Botafogo. Conversamos no dia a dia. Alguns chegaram em momentos difíceis, blindamos o grupo. Conseguimos fazer isso bem. Estão em um clube gigante, acostumado a vencer, que tem uma história linda”.
. Alguma história do título?: “Em 2023, tudo aconteceu no Botafogo. Acho que o jogo contra o Palmeiras (em 2024) foi a virada de chave para todos. Tivemos alguns tropeços, fomos jogar contra eles e vários falaram que iríamos passar por tudo de novo. Aqui dentro estava tudo tranquilo, continuamos do mesmo jeito. Quando passamos pelo Palmeiras lá, ganhamos muita confiança para ir à final”.
. Como tem sido vivenciar os avanços no CT Lonier?: “O Botafogo vem crescendo como um todo. No dia a dia, as coisas acontecem para engrandecer o clube. Temos uma estrutura que poucos tem. Não falta nada. Já escutei histórias do que viviam antes de eu chegar. Hoje, é totalmente diferente. Alguns chegam e se assustam com o que temos aqui. A SAF mudou muita coisa e ainda vai mudar mais”.
. O que projeta para a carreira: “Procuro olhar sempre para o dia a dia, o que vivo hoje. O dia de amanhã no futebol é difícil de falar. A minha preocupação é dar o meu melhor, trabalhar bem e fazer bons jogos. Quero continuar construindo a minha história aqui. Desde que cheguei, foram só coisas boas. Aprendi muito, cresci muito. Vivi coisas que nunca tinha vivido lá fora. Fico feliz por isso. O Botafogo faz parte da minha história. Hoje e sempre. Sei da cobrança, fico feliz pela cobrança da torcida. É um sinal de que gostam, esperam o melhor de mim. Quanto ao futuro, deixo nas mãos de Deus”.
. Transformação na gestão da SAF: “Ainda não conversamos com ele (Gabriel de Alba). Está para vir aqui. Já falamos com outras pessoas, sabemos um pouco do plano para o clube. Claro que não vou falar nada aqui (risos), mas nós sabemos. Fico feliz, porque tudo o que falam está acontecendo. Espero que sigamos nesse caminho”.
. Grama sintética: “É realmente diferente jogar na grama sintética. Entre jogar na grama sintética ou em um gramado ruim, prefiro jogar na grama sintética. Muitas vezes saímos para jogar e o gramado não está aquelas coisas. E o futebol acaba caindo. É difícil falar, cada um vai ter sua opinião”.
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