Publicado 16/06/2026 07:44
A seleção do Irã enfrentou dificuldades no processo migratório nos Estados Unidos nesta terça-feira (16), após a estreia da equipe na Copa do Mundo, contra a Nova Zelândia. O atacante Mehdi Torabi e o auxiliar técnico Saeid Alhouei foram submetidos a um atraso "injustificado" nos procedimentos de verificação migratória antes do embarque para retornar ao México, apontam as agências iranianas 'Isna' e 'Fars'.
No caso mais complexo, Torabi recebeu um visto autorizando apenas uma única entrada para o território americano, ao contrário do resto do grupo, que tem documentação com validade de múltiplas entradas no país. Agora, a Federação Iraniana de Futebol corre contra o tempo para garantir a presença do atleta nas outras competições do Mundial.
Publicidade No caso mais complexo, Torabi recebeu um visto autorizando apenas uma única entrada para o território americano, ao contrário do resto do grupo, que tem documentação com validade de múltiplas entradas no país. Agora, a Federação Iraniana de Futebol corre contra o tempo para garantir a presença do atleta nas outras competições do Mundial.
O jogador e Alhouei ficaram retidos enquanto o resto do elenco embarcou e aguarda a conclusão dos trâmites para poder viajar de Los Angeles, local da partida, para Tijuana, no México, onde o time está hospedado. Ainda não há informações se Torabi e o auxiliar conseguiram passar pelo processo migratório.
Os Estados Unidos já haviam avisado que a seleção iraniana não poderia permanecer no país durante o Mundial. Após o jogo desta segunda-feira, o técnico do time, Amir Ghalenoei, fez um apelo à Fifa e considerou sua equipe a "mais oprimida" da Copa.
Os Estados Unidos já haviam avisado que a seleção iraniana não poderia permanecer no país durante o Mundial. Após o jogo desta segunda-feira, o técnico do time, Amir Ghalenoei, fez um apelo à Fifa e considerou sua equipe a "mais oprimida" da Copa.
"Devíamos ficar aqui esta noite para nos recuperarmos e voltar amanhã na hora do almoço, mas eles não nos permitiram. Para ser sincero, não faço ideia do porquê. Acho que talvez nossa equipe seja a mais oprimida de toda a Copa do Mundo", disse.
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