Publicado 18/06/2026 16:03 | Atualizado 18/06/2026 16:14
Estados Unidos - Líder do Grupo C da Copa do Mundo após a primeira rodada, com três pontos, a Escócia quer usar o status de "zebra" a seu favor para fazer história. Na véspera do confronto contra Marrocos, em Boston, o técnico Steve Clarke fez questão de abraçar o rótulo de franco-atirador diante dos próximos adversários. A última partida na chave será contra o Brasil.
Publicidade"Contra oponentes difíceis precisamos ser muito bons, nós sabemos disso. Mas algo na mentalidade escocesa nos deixa mais confortáveis quando somos os "underdogs" (azarões). Éramos favoritos contra o Haiti e conseguimos um bom jogo. Agora somos os azarões e algumas vezes a Escócia prefere dessa forma", ponderou.
Clarke evitou fazer distinções entre os dois favoritos que tem pela frente na chave. Ele revelou ter assistido ao empate por 1 a 1 entre marroquinos e brasileiros na estreia e previu enormes dificuldades para o duelo desta sexta-feira (19), às 19h (de Brasília).
"O próximo jogo contra Marrocos vai ser o mais difícil porque é o próximo jogo. Os dois são top 10 do mundo e são dois grandes times diferentes. O Marrocos fez um grande primeiro tempo contra o Brasil, que mostrou experiência no segundo tempo para voltar ao jogo. Esperamos um jogo difícil com ambos, então tentar separá-los é difícil", analisou o comandante.
A vitória por 1 a 0 sobre o Haiti encerrou um jejum de 36 anos sem triunfos escoceses em Copas do Mundo. Agora, a equipe tenta se aproximar de uma classificação inédita para a fase mata-mata do torneio.
A vitória por 1 a 0 sobre o Haiti encerrou um jejum de 36 anos sem triunfos escoceses em Copas do Mundo. Agora, a equipe tenta se aproximar de uma classificação inédita para a fase mata-mata do torneio.
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