Publicado 28/06/2026 19:29
O técnico da seleção brasileira, Carlo Ancelotti, afirmou que a equipe está preparada para o jogo contra o Japão, pela segunda fase da Copa do Mundo, e destacou a importância do elenco brasileiro ter jogadores experientes e acostumados com esse tipo de pressão. Em coletiva de imprensa realizada neste domingo (28), o treinador também analisou taticamente a função de Matheus Cunha, falou de Neymar e comentou sobre o favoritismo no Mundial.
Ancelotti começou a entrevista demonstrando solidariedade à Venezuela, atingida por um terremoto na última quarta-feira (24) que deixou, até o momento, 1450 mortos. Em seguida, opinou que o time vai ao mata-mata com confiança.
"Para o jogo de amanhã, precisamos de muitas coisas. Coração, ideia clara. Temos que estar preparados para todo tipo de adversário em uma eliminatória. Acho que a equipe está preparada, motivada, tem confiança. Nos últimos dois jogos, fomos bem. A equipe está preparada para tudo que pode acontecer amanhã", disse.
Publicidade Ancelotti começou a entrevista demonstrando solidariedade à Venezuela, atingida por um terremoto na última quarta-feira (24) que deixou, até o momento, 1450 mortos. Em seguida, opinou que o time vai ao mata-mata com confiança.
"Para o jogo de amanhã, precisamos de muitas coisas. Coração, ideia clara. Temos que estar preparados para todo tipo de adversário em uma eliminatória. Acho que a equipe está preparada, motivada, tem confiança. Nos últimos dois jogos, fomos bem. A equipe está preparada para tudo que pode acontecer amanhã", disse.
O treinador também ressaltou a experiência do elenco como um fator importante para as eliminatórias. "Isso não é um mata-mata, é um mata, nada mais. Não há volta. O Brasil tem a sorte de ter jogadores muito espertos nesse aspecto. A nível de experiência, esta equipe é muito forte, e os jogadores sabem como preparar esse jogo. Neste aspecto, estou muito confiante", afirmou.
Ancelotti, que não revelou a escalação para o duelo desta segunda-feira (29), comentou que Neymar está "evoluindo muito bem". "Creio que na última semana, ele produziu muito. Uma pena que não podia treinar todo o tempo que esteve com nós, para ele poder jogar mais que 15 minutos. Obviamente, está bastante bem."
O italiano também analisou taticamente a boa partida de Matheus Cunha contra a Escócia, dando a entender que a escalação dele deve ser mantida. "A posição do Matheus Cunha no último jogo nos deu vantagem, porque ela não é tão bem definida no campo, como acho que é muito importante mudar de posição, para não dar muita referência à equipe rival. Os três, Bruno Guimarães, Paquetá e Matheus, fizeram bem nos últimos dois jogos, neste aspecto", ponderou.
Ancelotti ainda opinou que a Copa do Mundo ainda não tem uma seleção que se destaque a ponto de ser a grande candidata ao título. "Sigo convencido que até agora, não há um favorito claro. Pode ser que equipes fizeram melhor que outras nessa primeira fase, mas uma favorita clara, não tenho. Creio que vai ser um Mundial bastante equilibrado", avaliou.
O italiano também analisou taticamente a boa partida de Matheus Cunha contra a Escócia, dando a entender que a escalação dele deve ser mantida. "A posição do Matheus Cunha no último jogo nos deu vantagem, porque ela não é tão bem definida no campo, como acho que é muito importante mudar de posição, para não dar muita referência à equipe rival. Os três, Bruno Guimarães, Paquetá e Matheus, fizeram bem nos últimos dois jogos, neste aspecto", ponderou.
Ancelotti ainda opinou que a Copa do Mundo ainda não tem uma seleção que se destaque a ponto de ser a grande candidata ao título. "Sigo convencido que até agora, não há um favorito claro. Pode ser que equipes fizeram melhor que outras nessa primeira fase, mas uma favorita clara, não tenho. Creio que vai ser um Mundial bastante equilibrado", avaliou.
O jogo entre Brasil e Japão será às 14h no horário de Brasília, mas ao meio-dia no horário local, em Houston. Na avaliação de Ancelotti, isso causa uma interferência na rotina da Seleção.
"A rotina antes do jogo vai mudar um pouco. Não muito, mas obviamente, jogar ao meio-dia é diferente. A verdade é que a estrutura desse estádio é muito boa, não vamos sofrer com o calor. Temos que mudar pouco, mas jogadores estão acostumados, sempre treinamos mais ou menos nessa hora. Acredito que não vamos ter problema em jogar o jogo ao meio-dia."
"A rotina antes do jogo vai mudar um pouco. Não muito, mas obviamente, jogar ao meio-dia é diferente. A verdade é que a estrutura desse estádio é muito boa, não vamos sofrer com o calor. Temos que mudar pouco, mas jogadores estão acostumados, sempre treinamos mais ou menos nessa hora. Acredito que não vamos ter problema em jogar o jogo ao meio-dia."
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