Publicado 30/06/2026 08:30
Rio - O atacante Matheus Cunha, de 26 anos, explicou a provocação feita depois da vitória da seleção brasileira sobre o Japão por 2 a 1 na segunda fase da Copa do Mundo. O jogador do Manchester United ressaltou que vê a importância da evolução da seleção asiática no atual cenário do futebol, mas acredita que em nome da história da Seleção deveria tomar alguma atitude.
Publicidade "Eu falei com a imprensa japonesa. Nós temos muito respeito pelo Japão, por tudo que eles estão fazendo no futebol neste momento. Estando nas primeiras páginas do futebol, com tantos jogadores bons. Então foi realmente estranho, um jogador deles falar assim de uma Seleção vitoriosa, falar que não conhece tantos brasileiros e falar que a Seleção já não é o que foi um dia. Então, eu acho que: brasileiro falando assim tudo bem, mas com os de fora a gente se fecha. Por tudo que a seleção brasileira representa e por todos que já vestiram essa camisa", disse na zona mista.
Matheus Cunha fez menção ao atacante japonês Kento Shiogai, que antes do jogo disse que o "Brasil não é mais o mesmo de antigamente". Depois da classificação da Seleção, ainda em campo, o jogador do Manchester United mostrou os cinco dedos para o banco adversário e disse: "Eu tenho cinco (Copas). Respeita".
O atacante bateu no peito e falou em inglês, para garantir que os asiáticos entendessem. Enquanto dizia "respeita", Cunha fez o clássico gesto de "calma". Logo em seguida, foi puxado por membros da comissão técnica para o lado dos brasileiros.
Agora, a seleção brasileira descansa até domingo (5), às 17h (de Brasília), quando entra em campo pelas oitavas de final da Copa do Mundo. O adversário sairá do confronto entre Noruega e Costa do Marfim, marcado para esta terça-feira (30), às 14h (de Brasília).
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