São Januário agora é patrimônio da cidade do Rio de JaneiroFoto de Daniel Castelo Branco
Por O Dia
Publicado 13/03/2021 00:00
São Januário é patrimônio da cidade do Rio. Após votação na Câmara Municipal, a Colina Histórica ganhou a alcunha e já cravo que é pouco para o que o estádio representa. É o único clube grande do Rio a ter casa desde 1927 e na Zona Norte, construído com a ajuda da torcida, levantado pelo suor de negros e operários que queriam colocar o Vasco de vez no cenário nacional e mundial do futebol. Conseguiram. Palco de cerimônias como as festas dos dias 1° de maio, o Dia do Trabalhador, e que contou com anúncios do então presidente Getúlio Vargas sobre as novas leis trabalhistas. Elas perduram até hoje. Sem falar no Carnaval, maior festa do país, que foi sediado em São Januário. Mas teve gente se isentando sobre projeto. Marcos Braz, vereador do Rio e VP de futebol do Flamengo, se recusou a votar em relação ao reconhecimento do estádio como interesse histórico, cultural, desportivo e social, fatos inegáveis sobre a Colina. Nessas horas, acredito que a rivalidade tem que ser deixada de lado. Dirigentes, políticos e pessoas passam. A história fica.
 
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MODERAÇÃO NA CRISE
ACONTECEU O ESPERADO
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NECESSÁRIO PARA SOBREVIVER
O Vasco desligou 186 funcionários ontem. Algo sempre lamentável para a instituição e pessoas que perderam seus empregos. Estima-se economia de 40 milhões de reais no ano. Com receita de Série B, o clube decretou a paralisação dos esportes olímpicos (paralímpicos já haviam parado), o fechamento da sede do Calabouço e a mudança da diretoria administrativa de São Januário para o Centro.
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