Publicado 09/08/2026 22:36
Rio — O técnico Leonardo Jardim, do Flamengo, comentou sobre as críticas que tem sofrido pelo seu trabalho, durante entrevista coletiva após o time vencer o Vitória por 2 a 0 no Maracanã, pelo Campeonato Brasileiro. Depois de atuações questionadas pela torcida, o Rubro-Negro superou o clube baiano com autoridade neste domingo (9).
"Acredito que é normal [críticas] quando os resultados não vêm. Aquelas pessoas que me criticam são as mesmas que rasgaram o Filipe Luís, que foi campeão da Libertadores, Brasileirão, Supercopa… Eram os mesmos. O futebol é isso. Não ganha, tem que estar sujeito às críticas, ainda mais no Flamengo. Por isso, quem está nessa posição, se não está sujeito às críticas, é melhor mudar de trabalho", disse.
Jardim também analisou o duelo contra o Cruzeiro, pela ida das oitavas de final da Copa Libertadores. O confronto será nesta quarta-feira (12), às 21h30, no Mineirão.
Publicidade "Acredito que é normal [críticas] quando os resultados não vêm. Aquelas pessoas que me criticam são as mesmas que rasgaram o Filipe Luís, que foi campeão da Libertadores, Brasileirão, Supercopa… Eram os mesmos. O futebol é isso. Não ganha, tem que estar sujeito às críticas, ainda mais no Flamengo. Por isso, quem está nessa posição, se não está sujeito às críticas, é melhor mudar de trabalho", disse.
Jardim também analisou o duelo contra o Cruzeiro, pela ida das oitavas de final da Copa Libertadores. O confronto será nesta quarta-feira (12), às 21h30, no Mineirão.
"O próximo jogo será entre duas equipes que têm uma massa muito grande. Estou esperando que o Mineirão esteja lotado. Mas temos que saber jogar nosso jogo dentro de campo. Sabemos que essa é uma competição muito importante para o clube, que já reuniu quatro [títulos] na sua história em 130 anos. Não é fácil de ganhar, mas é uma prova que participamos de todos os anos com ambição."
O treinador ainda comentou sobre o processo de entrosamento do time, após o período de interrupção do futebol brasileiro na Copa do Mundo.
"Tivemos dois meses sem ter todos treinando juntos, mas ao mesmo tempo, tínhamos que começar a colocar os jogadores. O Arrascaeta conseguiu fazer 60 minutos muito bons porque teve que começar, em uma fase menos bem, agora em uma fase melhor. Hoje, tive a oportunidade de colocar o Paquetá um pouco. Ele não está no seu melhor ainda, mas têm que ser lançados. Não é fácil trabalhar em um clube que, durante dois meses, estava sem o seu elenco. Uns estão lesionados, outros de férias, outros com a Seleção," destacou.
O treinador ainda comentou sobre o processo de entrosamento do time, após o período de interrupção do futebol brasileiro na Copa do Mundo.
"Tivemos dois meses sem ter todos treinando juntos, mas ao mesmo tempo, tínhamos que começar a colocar os jogadores. O Arrascaeta conseguiu fazer 60 minutos muito bons porque teve que começar, em uma fase menos bem, agora em uma fase melhor. Hoje, tive a oportunidade de colocar o Paquetá um pouco. Ele não está no seu melhor ainda, mas têm que ser lançados. Não é fácil trabalhar em um clube que, durante dois meses, estava sem o seu elenco. Uns estão lesionados, outros de férias, outros com a Seleção," destacou.
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