Publicado 13/05/2026 01:13
Rio - Luis Zubeldía analisou a atuação do Fluminense, que venceu o Operário-PR por 2 a 1 no Maracanã e avançou às oitavas de final, nesta terça-feira (12), e explicou a situação dos batedores de pênalti. Afinal, o Tricolor abriu o placar com Savarino, em cobrança da marca da cal. Antes do intervalo, Lucho Acosta ampliou com ótimo passe de Nonato. Na etapa complementar, com a vantagem de 2 a 0, o Tricolor teve outra penalidade máxima a seu favor, mas John Kennedy foi para a batida e carimbou a trave.
Publicidade"Sempre colocamos dois batedores. Colocamos um encarregado pelo pênalti, neste caso é o Savarino, e um segundo, que é o John Kennedy. Sempre colocamos dois por esta situação, para uma situação se temos dois penais, para uma situação em que Savarino não quer bater o segundo e tem uma opção concreta. Tem treinador que tem um batedor, nós temos sempre dois. Está programado".
"Poderíamos fazer o terceiro (gol). Não deu, terminamos sofrendo, tivemos mais chances. No final passamos, o que era a prioridade. Uma partida em que fizemos 70, 80 minutos muito bons, que poderíamos fazer três a zero no marcador, mas terminamos sofrendo".
O Fluminense parecia ter o jogo controlado no segundo tempo, mas após um cruzamento de Edwin Torres, Jemmes não fez o corte, e Felipe Augusto apareceu para descontar aos 38.
O lance gerou um drama desnecessário naquele momento. Porém, o próprio Edwin Torres, que deu a assistência, recebeu o segundo cartão amarelo pouco depois, o que complicou a reação dos visitantes.
"Alguns gols são evitáveis. Não falei com Jemmes sobre o que aconteceu no cruzamento (do gol do Operário). Quando parecia que ele tinha controlada para cortar, não sei o que pensou".
"Está certo que, estatisticamente, estamos tomando gols, às vezes não por domínio (do adversário), algumas vezes por coisas pontuais. Não sei te dizer o porquê. Pode ser um pouco de insegurança porque não estávamos ganhando, o momento do ano. É algo que temos que melhorar. Temos as condições de melhorar".
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