Equipe titular do Fluminense na vitória sobre o Deportivo La GuairaLucas Merçon / Fluminense FC
Publicado 31/05/2026 14:46
O Fluminense sofreu para se classificar para as oitavas de final mesmo em um grupo de pouca tradição. O drama até a última rodada e dependendo de tropeço do Bolívar faz os jogadores apontarem aprendizados para a fase de mata-mata, quando enfrentará novamente o estreante Independiente Rivadávia.
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Após perder em pleno Maracanã para os argentinos, que nunca haviam disputado a competição, e empatar fora de casa, o Tricolor espera ter aprendido a lição.
"Eu acho que o que serve é que não tem jogo fácil. Todo mundo, quando sorteou o nosso grupo, achou que o Fluminense ia nadar de braçada; e a gente foi aos trancos e barrancos, mas deu tudo certo. Agora é saber que não tem adversário fácil em jogo de libertadores, ter total atenção agora para que a gente possa fazer um grande mata-mata", afirmou Martinelli.
Já os muitos erros cometidos pelo Fluminense nas nas partidas, principalmente fora contra o Deportivo La Guaira (Venezuela) e no Maracanã contra o Bolívar, quase complicaram. Agora, a partir das oitavas de final, o objetivo é não repetir os problemas da fase de grupos.
"Mata-mata é resolvido por detalhes. A gente sabe que é um campeonato à parte e já vivemos isso no Mundial de Clubes e na Copa do Brasil do ano passado. Por detalhe a gente não chegou à final, mas acho que é um grupo muito experiente para jogar esse tipo de competição", analisou Guga.
O Fluminense volta a jogar na Libertadores nas semanas dos dias 12 e 21 de agosto. Por ter sido segundo colocado, o time começa as oitavas de final no Maracanã e decidirá a vaga às quartas na Argentina.
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