Publicado 04/06/2026 13:10
O Fluminense chega na parada para a Copa do Mundo aliviado com a vaga nas oitavas de final da Libertadores, mas como uma incógnita para o segundo semestre. A grande questão é se Luis Zubeldía consegue retomar as boas atuações até o fim de março ou se não consegue mais tirar o melhor do time, como aconteceu nos últimos dois meses.
PublicidadeA queda brusca de desempenho aconteceu justamente quando começou a Libertadores. A maratona de jogos com pouco tempo de treinos, junto à lesão de jogadores importantes e à pressão pela falta de resultados, fez o Tricolor virar um outro time.
Se antes praticava para muitos o melhor futebol entre os clubes do Brasileirão, passou a ter enormes dificuldades para jogar o mínimo. Com atuações pouco convincentes, gols sofridos em 16 dos 18 jogos em abril e maio, a torcida passou a pegar no pé de Zubeldia, que passou a ser vaiado nas últimas partidas antes da parada.
E os números comprovam a queda drástica de desempenho. Sem considerar os clubes pequenos do Estadual, o Fluminense disputou 14 partidas até o fim de março - em seis não sofreu gol - , com 71,4% de aproveitamento. São nove vitórias, três empates e apenas duas derrotas.
Já em abril e maio, foram sete triunfos em 18 jogos. O Tricolor ainda empatou seis vezes e perdeu cinco, o que faz o aproveitamento cair para 50%.
Após o período de férias até 22 de junho, Zubeldía terá um mês para ajustar os erros e melhorar a melhor forma de jogar para reencontrar o melhor futebol. E será possível saber a partir de Red Bull Bragantino, em 22 de julho, ou Grêmio, 26, qual dos dois Fluminenses o torcedor acompanhará no segundo semestre.
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