Presos na operação foram encaminhados à Cidade da Polícia Reginaldo Pimenta/Agência O DIA
Nas ações, agentes da 32ª DP (Taquara) e da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco) atuaram na Gardênia Azul. Paralelamente, equipes do Departamento-Geral de Polícia Especializada (DGPE) estiveram no Anil. O trabalho teve o apoio de delegacias da capital e especializadas.
De acordo com a delegada Raissa Celles, responsável por coordenar a operação, os agentes combateram organizações criminosas que tentam se aprimorar da localidade.
"Através dessa operação, que é contínua, a exemplo da Torniquete, a gente vai impedir que narcotraficantes tomem territórios nos bairros da cidade, tais como: Jacarepaguá, Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes e as Vargens. Essa ação reúne toda Polícia Civil e é coordenada pelo secretário Felipe Curi, hoje foi encabeçada pela 32ªDP, mas conta com apoio da Core, do DGPE e da Draco. É uma união de esforços para combater o crime organizado", explicou.
Denominada como facção narcoterrorista, o grupo é acusado de usar da violência para expandir seus territórios.
"Quando a gente está operando nessas comunidades, a gente vê vários tipos de crime. Além do tráfico de drogas, essas organizações estão buscando dominar territórios através da violência, por isso essa expressão de narcoterrorista, mas a Polícia Civil está atenta a isso, trabalhando com inteligência e estratégia para agir e impedir que isso aconteça", disse.
A delegada reforçou ainda que mais de 250 agentes atuaram na operação. "A população precisa ser defendida, independente do local e classe social, a população tem que ter o direito de ir e vir e não vamos permitir que os criminosos tomem os bairros", finalizou.


















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