Agentes cumpriram um mandado de busca e apreensão na casa do investigadoDivulgação / PF
As investigações começaram após uma organização não-governamental (ONG) denunciar à PF a existência de um grupo em um aplicativo de mensagens dedicado à troca desse tipo de conteúdo criminoso. Após uma análise detalhada dos dados digitais, os agentes identificaram o suspeito, que também atuava na Deep Web.
Durante a operação, os policiais apreenderam celular, computador e dispositivos de armazenamento do investigado, que serão analisados pela perícia técnica. O jovem responderá pelos crimes de armazenamento e compartilhamento de conteúdo de abuso sexual infantojuvenil. Se somadas, as penas podem chegar a até 10 anos de prisão.
A ação foi conduzida por policiais da Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos (Deleciber), que cumpriu um mandado de busca e apreensão na residência do investigado, expedido pela 4ª Vara Criminal Federal do Rio de Janeiro.
A Polícia Federal ressaltou que o simples ato de armazenar esse tipo de material já configura crime hediondo, não cabendo fiança.

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