Publicado 08/02/2026 09:19 | Atualizado 08/02/2026 12:39
Rio – A Cedae concluiu, às 7h25 deste domingo (8), o reparo em uma tubulação no interior da Estação de Tratamento de Água (ETA) Guandu, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. O vazamento, que ocorreu por duas vezes seguidas, deixou mais de 30 bairros da região e da Zona Oeste sem água.
PublicidadeCom o fim da manutenção, a produção de água no sistema - que funcionou com 55% da capacidade durante o serviço - começou a ser restabelecida de forma gradual.
Apesar disso, moradores ainda podem esperar mais de 72h para que o abastecimento de água seja normalizado. Isso porque como o ETA está em processo de recuperação, as concessionárias ainda estão com baixa produção.
Segundo a Águas do Rio, que abastece os municípios de Belford Roxo, Duque de Caxias, Mesquita, Nova Iguaçu, Nilópolis, Queimados, São João de Meriti na Baixada Fluminense e na Capital (Zonas Sul, Norte e Centro), o fornecimento irá ocorrer gradativamente à medida que a capacidade do sistema de produção chegar a 100%.
Apesar disso, moradores ainda podem esperar mais de 72h para que o abastecimento de água seja normalizado. Isso porque como o ETA está em processo de recuperação, as concessionárias ainda estão com baixa produção.
Segundo a Águas do Rio, que abastece os municípios de Belford Roxo, Duque de Caxias, Mesquita, Nova Iguaçu, Nilópolis, Queimados, São João de Meriti na Baixada Fluminense e na Capital (Zonas Sul, Norte e Centro), o fornecimento irá ocorrer gradativamente à medida que a capacidade do sistema de produção chegar a 100%.
A Rio+Saneamento, responsável pela distribuição de água da Zona Oeste, informou que iniciou a retomada do abastecimento de água em todos os bairros da região na manhã deste domingo (8), porém a regularização poderá superar o prazo de 72h, variando conforme localidade.
Segundo a concessionária, o restabelecimento ocorrerá de forma gradual mas o impacto será severo, sobretudo para as pontas de rede e ruas mais altas em função do período em que o sistema ficou interrompido.
"Quando os clientes estão com suas caixas d´águas secas, costumam priorizar seus reservatórios na totalidade, antes da água seguir o curso natural para a próxima residência. Para reduzir o impacto do abastecimento, a concessionária dobrou a frota de caminhões-pipa e reforçou equipes e equipamentos", explicou em comunicado.
O DIA apurou que por conta dos três dias sem produção da Cedae na região, moradores podem sofrer com falta de água ainda ao longo da semana, pois com a maioria dos armazenamentos vazios, o abastecimento, consequentemente, demora mais que o habitual para alcançar toda a população afetada.
Bairros afetados: Bangu, Barra de Guaratiba, Campo dos Afonsos, Campo Grande, Cosmos, Deodoro, Gericinó, Guaratiba, Ilha de Guaratiba, Inhoaíba, Jardim Sulacap, Jabour, Magalhães Bastos, Paciência, Padre Miguel, Pedra de Guaratiba, Realengo, Santa Cruz, Santíssimo, Senador Camará, Senador Vasconcelos, Sepetiba, Vila Kennedy e Vila Militar.
A empresa orienta que os moradores façam uso consciente de água e evitem atividades de grande consumo, até que o abastecimento seja normalizado.
Entenda o caso
O primeiro vazamento aconteceu no início da tarde de quinta-feira (5), na altura do km 32 da Estrada Rio-São Paulo, na Baixada Fluminense. Com a força da água, diversas ruas e casas da região ficaram alagadas. Algumas residências tiveram muros derrubados e o teto caiu. Carros estacionados nas ruas próximas ao rompimento também ficaram destruídos.
Depois de 30 horas, a Cedae informou que havia concluído o reparo. No entanto, um novo rompimento voltou a ocorrer.
De acordo com a companhia, o segundo vazamento foi registrado após técnicos terem concluído dois reparos na mesma tubulação. Quando iniciaram a retomada do sistema, o aumento da pressão da água em seu interior acabou causando um novo incidente.
Em meio aos transtornos, a empresa informou na tarde de sábado (7) que acionou os setores de Trabalho Social e Segurança Patrimonial, que foram ao local identificar moradores que tiveram imóveis e bens danificados.
"Os funcionários realizaram o trabalho de cadastramento e iniciaram o inventário dos danos para garantir o ressarcimento no menor prazo possível.O serviço foi acompanhado pela Defesa Civil", disse em comunicado.
Além disso, a seguradora contratada pela companhia também vistoriou os automóveis danificados pelo vazamento, e a partir de segunda-feira (9) já devem começar a ser pagas as indenizações aos proprietários. Ainda na sexta-feira foi iniciado o serviço de limpeza dos imóveis, que deve ser concluído até este domingo (8).
Ao todo, foram identificados 18 imóveis residenciais (sendo dez não habitados), 11 imóveis comerciais, seis salas comerciais e um imóvel de uso religioso (sem atividade) afetados pela ocorrência. Para famílias que precisaram deixar suas casas, a companhia providenciou hospedagem em pousadas, com todas as despesas custeadas. Para todos os moradores, a Cedae fornece, desde quinta-feira, água e alimentação.
Entenda o caso
O primeiro vazamento aconteceu no início da tarde de quinta-feira (5), na altura do km 32 da Estrada Rio-São Paulo, na Baixada Fluminense. Com a força da água, diversas ruas e casas da região ficaram alagadas. Algumas residências tiveram muros derrubados e o teto caiu. Carros estacionados nas ruas próximas ao rompimento também ficaram destruídos.
Depois de 30 horas, a Cedae informou que havia concluído o reparo. No entanto, um novo rompimento voltou a ocorrer.
De acordo com a companhia, o segundo vazamento foi registrado após técnicos terem concluído dois reparos na mesma tubulação. Quando iniciaram a retomada do sistema, o aumento da pressão da água em seu interior acabou causando um novo incidente.
Em meio aos transtornos, a empresa informou na tarde de sábado (7) que acionou os setores de Trabalho Social e Segurança Patrimonial, que foram ao local identificar moradores que tiveram imóveis e bens danificados.
"Os funcionários realizaram o trabalho de cadastramento e iniciaram o inventário dos danos para garantir o ressarcimento no menor prazo possível.O serviço foi acompanhado pela Defesa Civil", disse em comunicado.
Além disso, a seguradora contratada pela companhia também vistoriou os automóveis danificados pelo vazamento, e a partir de segunda-feira (9) já devem começar a ser pagas as indenizações aos proprietários. Ainda na sexta-feira foi iniciado o serviço de limpeza dos imóveis, que deve ser concluído até este domingo (8).
Ao todo, foram identificados 18 imóveis residenciais (sendo dez não habitados), 11 imóveis comerciais, seis salas comerciais e um imóvel de uso religioso (sem atividade) afetados pela ocorrência. Para famílias que precisaram deixar suas casas, a companhia providenciou hospedagem em pousadas, com todas as despesas custeadas. Para todos os moradores, a Cedae fornece, desde quinta-feira, água e alimentação.
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