Publicado 09/02/2026 17:31 | Atualizado 09/02/2026 17:43
Rio - A Cedae informou, nesta segunda-feira (9), que vai indenizar os moradores que sofreram perdas e prejuízos por causa do rompimento da adutora da ETA Guandu, em Nova Iguaçu. O incidente, que ocorreu por dois dias consecutivos - o primeiro na quinta-feira (5) e o segundo, na sexta (6) - , provocou alagamentos e destruição no entorno da estação.
PublicidadePor meio de nota, a empresa disse que está em contato com moradores para concluir o levantamento de bens danificados para a elaboração de orçamentos. Os valores serão enviados para a Defensoria Pública do Estado, que fará contato com os moradores para aprovação. Feito isto, pagamento, de acordo com a Cedae, será feito em até 48 horas.
Sobre os automóveis danificados, a seguradora a serviço da Cedae já realizou perícia e deve enviar laudo ainda esta semana. Logo que os documentos forem entregues, será iniciado o ressarcimento dos proprietários.
Segundo a companhia, ao todo, foram mapeados 18 imóveis residenciais, 11 comerciais e seis salas afetadas. A Cedae informou também que abrigou as famílias que precisaram deixar suas casas em pousadas próximas, com todas as despesas pagas.
Relembre o caso
O rompimento aconteceu no início da tarde de quinta-feira (5), na altura do km 32 da Estrada Rio-São Paulo. A força da água foi suficiente para derrubar muros, destruir telhados de residências e arrastar carros que estavam estacionados nas proximidades da estação.
Diversas ruas ficaram completamente alagadas, forçando famílias a abandonar seus imóveis às pressas. Após 30 horas de trabalho, os técnicos da Cedae concluíram o conserto, mas a tubulação voltou a estourar na sexta-feira (6) assim que o sistema foi religado.
De acordo com a empresa, o aumento da pressão interna durante a retomada causou o novo vazamento. Devido à fragilidade da rede, a ETA Guandu precisou operar com apenas 55% de sua capacidade durante todo o sábado (7) para que um novo reparo fosse executado.
De acordo com a empresa, o aumento da pressão interna durante a retomada causou o novo vazamento. Devido à fragilidade da rede, a ETA Guandu precisou operar com apenas 55% de sua capacidade durante todo o sábado (7) para que um novo reparo fosse executado.
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