Publicado 21/07/2026 12:38 | Atualizado 21/07/2026 14:36
Rio - A Polícia Federal realizou, na manhã desta terça-feira (21), ação contra uma organização criminosa suspeita de desviar cerca de R$ 45 milhões de correntistas e beneficiários da Caixa Econômica Federal. Segundo as investigações, o grupo também atuava para obstruir investigações e obter acesso ilegal a informações sigilosas com a ajuda de servidores públicos, advogados e contraventores.
Publicidade Ao todo, cerca de 120 policiais federais, com apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público Federal (MPF), cumprem 25 mandados de busca e apreensão. As diligências ocorrem nos municípios do Rio de Janeiro, Duque de Caxias, Nova Iguaçu, Niterói, Cabo Frio, além de Indaiatuba e Salto, no interior de São Paulo.
De acordo com a PF, o esquema criminoso utilizava dados sigilosos para realizar subtrações eletrônicas de valores pertencentes a clientes e beneficiários da Caixa. O prejuízo estimado chega a R$ 45 milhões.
As investigações apontam ainda que a organização contava com a participação de servidores públicos e advogados, que teriam atuado para dificultar a apuração dos crimes e repassar informações privilegiadas aos investigados.
Segundo a corporação, o grupo também recebia apoio de contraventores, responsáveis por facilitar a corrupção de agentes públicos e a contratação de advogados com o objetivo de impedir o avanço das investigações e obter acesso a informações protegidas por sigilo.
Os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa, obstrução de justiça e violação de sigilo funcional. A Polícia Federal informou que outros delitos poderão ser incluídos à medida que o inquérito avançar.
De acordo com a PF, o esquema criminoso utilizava dados sigilosos para realizar subtrações eletrônicas de valores pertencentes a clientes e beneficiários da Caixa. O prejuízo estimado chega a R$ 45 milhões.
As investigações apontam ainda que a organização contava com a participação de servidores públicos e advogados, que teriam atuado para dificultar a apuração dos crimes e repassar informações privilegiadas aos investigados.
Segundo a corporação, o grupo também recebia apoio de contraventores, responsáveis por facilitar a corrupção de agentes públicos e a contratação de advogados com o objetivo de impedir o avanço das investigações e obter acesso a informações protegidas por sigilo.
Os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa, obstrução de justiça e violação de sigilo funcional. A Polícia Federal informou que outros delitos poderão ser incluídos à medida que o inquérito avançar.
O DIA tenta contato com a Caixa Econômica Federal por e-mail, mas ainda não obteve resposta. O espaço segue aberto para qualquer manifestação.
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