Publicado 24/07/2026 15:44
Rio - Um homem suspeito de tentar matar a ex-companheira e obrigá-la a ingerir medicamentos para interromper uma gravidez foi preso pela Polícia Civil em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. A detenção ocorreu nesta quinta-feira (23), após investigações conduzidas pela Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) do município.
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Segundo a corporação, a apuração teve início depois que policiais encontraram vídeos publicados nas redes sociais nos quais a vítima relatava episódios de violência praticados pelo ex-companheiro. A mulher foi procurada pelos agentes e prestou depoimento sobre o caso. Os nomes da vítima e do suspeito não foram divulgados pela polícia.
Segundo a corporação, a apuração teve início depois que policiais encontraram vídeos publicados nas redes sociais nos quais a vítima relatava episódios de violência praticados pelo ex-companheiro. A mulher foi procurada pelos agentes e prestou depoimento sobre o caso. Os nomes da vítima e do suspeito não foram divulgados pela polícia.
De acordo com a investigação, ela sofria violência psicológica constante e chegou a ser enforcada pelo suspeito após o término do relacionamento. Ainda conforme o relato, o homem também a obrigou a tomar medicamentos com o objetivo de provocar um aborto.
Durante as diligências, os policiais reuniram laudos periciais, imagens e depoimentos que embasaram o pedido de prisão preventiva do investigado.
Após trabalhos de inteligência e monitoramento, o suspeito foi localizado em Duque de Caxias. Contra ele, os agentes cumpriram um mandado de prisão preventiva pelos crimes de tentativa de feminicídio, violência psicológica e aborto provocado por terceiros.
A ação faz parte da Operação Mulher Segura, iniciativa voltada ao enfrentamento da violência de gênero no estado. A força-tarefa reúne a Secretaria de Estado de Segurança Pública, a Polícia Civil, por meio do Departamento-Geral de Polícia de Atendimento à Mulher (DGPAM), e a Polícia Militar.
Segundo a Polícia Civil, mais de 600 suspeitos de crimes contra mulheres já foram presos desde o início da operação, no segundo semestre deste ano. As ações incluem atividades de prevenção, investigação e repressão a casos de violência doméstica e familiar.
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