Publicado 30/07/2026 16:08 | Atualizado 30/07/2026 17:10
Rio - Sob forte comoção, familiares, amigos e companheiros de farda se despediram, nesta quinta-feira (30), do cabo da Polícia Militar, Fernando Plácido Roberto Rocha, 38 anos, no Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, Zona Oeste. Conhecido como Didi entre os mais próximos, o policial morreu após ser baleado durante uma perseguição seguida de confronto armado na Avenida Brasil, na madrugada de quarta-feira (29).
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Lotado no Batalhão de Policiamento em Vias Expressas (BPVE), Fernando participava de uma ação para interceptar suspeitos armados que seguiam da Vila Kennedy em direção à Zona Norte.
A despedida aconteceu poucos dias após o policial comemorar o aniversário de 38 anos ao lado da família. Nas redes sociais, a esposa compartilhou imagens da celebração e lamentou a perda repentina do companheiro. Em uma das publicações, relembrou o momento em que ele preparava pizzas para receber amigos e familiares.
Entre as homenagens prestadas durante o velório, uma das mais emocionadas foi a do professor de Educação Física Paulo Roberto Moraes, amigo de longa data.
Lotado no Batalhão de Policiamento em Vias Expressas (BPVE), Fernando participava de uma ação para interceptar suspeitos armados que seguiam da Vila Kennedy em direção à Zona Norte.
A despedida aconteceu poucos dias após o policial comemorar o aniversário de 38 anos ao lado da família. Nas redes sociais, a esposa compartilhou imagens da celebração e lamentou a perda repentina do companheiro. Em uma das publicações, relembrou o momento em que ele preparava pizzas para receber amigos e familiares.
Entre as homenagens prestadas durante o velório, uma das mais emocionadas foi a do professor de Educação Física Paulo Roberto Moraes, amigo de longa data.
"É de um orgulho, é de uma satisfação muito grande falar de um amigo que escolheu a profissão por vocação. Porque, entre as profissões que ele tinha, como paraquedismo, mergulho e outras atividades, ele escolheu a polícia", afirmou.
Segundo Moraes, Fernando tinha plena consciência dos riscos da profissão, mas nunca demonstrou arrependimento. "Ele escolheu essa profissão para poder defender quem ele nem conhece. E ele era feliz com isso. A gente conversava e ele demonstrava essa alegria. Ele sabia do risco que corria e fazia o trabalho com louvor", disse.
Durante o depoimento, o amigo também ressaltou o impacto da morte para familiares e pessoas próximas. "Hoje, a gente fica muito sentido com a perda de um amigo e sabe do sofrimento de uma filha de quatro anos e da família que ele deixa. O Estado perde um militar treinado e com vocação, e a família perde um ente querido", declarou.
Segundo Moraes, Fernando tinha plena consciência dos riscos da profissão, mas nunca demonstrou arrependimento. "Ele escolheu essa profissão para poder defender quem ele nem conhece. E ele era feliz com isso. A gente conversava e ele demonstrava essa alegria. Ele sabia do risco que corria e fazia o trabalho com louvor", disse.
Durante o depoimento, o amigo também ressaltou o impacto da morte para familiares e pessoas próximas. "Hoje, a gente fica muito sentido com a perda de um amigo e sabe do sofrimento de uma filha de quatro anos e da família que ele deixa. O Estado perde um militar treinado e com vocação, e a família perde um ente querido", declarou.
Moraes ainda destacou a preocupação com a realidade enfrentada diariamente por policiais militares.
“Eles fazem o juramento de defender quem eles não conhecem com o sacrifício da própria vida. Mas eles não têm o real peso da dor que deixam para os familiares. Hoje a gente teve uma perda de um cara sensacional”, lamentou.
Além dele, o policial militar Charles Batista dos Santos foi baleado durante a ação e segue internado em estado gravíssimo. Um motorista que passava pela Avenida Brasil no momento do confronto também recebeu atendimento médico após ser atingido.
“Eles fazem o juramento de defender quem eles não conhecem com o sacrifício da própria vida. Mas eles não têm o real peso da dor que deixam para os familiares. Hoje a gente teve uma perda de um cara sensacional”, lamentou.
Além dele, o policial militar Charles Batista dos Santos foi baleado durante a ação e segue internado em estado gravíssimo. Um motorista que passava pela Avenida Brasil no momento do confronto também recebeu atendimento médico após ser atingido.
Além dele, o policial militar Charles Batista dos Santos acabou baleado durante a ação e segue internado em estado gravíssimo. Um motorista que passava pela Avenida Brasil no momento do confronto também recebeu atendimento médico após ser atingido.
A ocorrência terminou com quatro suspeitos mortos, dois feridos e a apreensão de seis fuzis, três pistolas e uma granada. A investigação está a cargo da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC).
A ocorrência terminou com quatro suspeitos mortos, dois feridos e a apreensão de seis fuzis, três pistolas e uma granada. A investigação está a cargo da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC).
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