Policial penal é preso por facilitar entrada de drogas em presídiosReprodução
Publicado 03/08/2026 08:25 | Atualizado 03/08/2026 09:00
Rio - As polícias Civil e Penal realizam, nesta segunda-feira (3), uma operação contra uma organização criminosa investigada por introduzir drogas, aparelhos celulares e acessórios no sistema prisional do Rio. A ação cumpre quatro mandados de prisão temporária e dez de busca e apreensão na capital e na Região Metropolitana. Até o momento, três pessoas foram presas.
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O principal alvo da operação é o policial penal Wagner Jardim Dias, apontado pelas investigações como responsável por viabilizar a entrada dos materiais ilícitos nas unidades prisionais. Também foram presas Isadora Cristina Moraes da Silva e Larissa da Silva Santiago.

A ação é realizada por agentes da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco-IE), com apoio da Subsecretaria de Inteligência da Polícia Penal (SIPP).

Segundo a Polícia Civil, as investigações apontaram que o grupo criminoso possuía uma estrutura organizada, com divisão de funções entre os integrantes. O esquema envolveria visitantes cadastradas, colaboradores externos e o policial penal investigado, que, de acordo com a corporação, utilizava a estrutura do sistema penitenciário para facilitar a entrada de drogas, celulares e acessórios destinados a presos ligados a organizações criminosas.
“Essas investigações decorrem de uma prisão em flagrante de um policial penal, no ano passado. Com o desenvolver dessas investigações, notamos que havia um grupo por trás que visava o abastecimento da facção que domina internamente o presídio. Havia um conluio de servidores para facilitação da entrada do material no presídio. Nosso objetivo é colher informações para entender até qual é o alcance da organização criminosa”, explicou o delegado Márcio Almeida, titular da Draco.

A apuração começou após uma tentativa frustrada de introdução de uma grande quantidade de drogas, aparelhos celulares e acessórios em uma unidade prisional. A partir do caso, policiais civis e penais realizaram um trabalho conjunto de inteligência, que incluiu análise de imagens de câmeras de segurança, diligências, cruzamento de dados e investigação financeira. O material permitiu identificar a atuação dos suspeitos e reconstruir a dinâmica do esquema.

Ainda conforme a investigação, um Relatório de Inteligência Financeira apontou movimentações incompatíveis com a renda do policial penal investigado. Segundo a Polícia Civil, Wagner Jardim Dias recebeu R$ 259.600,14 em transferências sem justificativa econômica aparente em um curto período, além de outras operações consideradas relevantes para a apuração.

Com base nas provas reunidas, a 1ª Vara das Garantias da Capital autorizou o cumprimento das prisões temporárias e dos mandados de busca e apreensão. De acordo com a decisão judicial, as medidas são necessárias para evitar destruição de provas, interferência entre os investigados e permitir a identificação de outros possíveis integrantes da organização criminosa.

As investigações prosseguem para esclarecer a atuação do grupo e identificar outros envolvidos no esquema.As polícias Civil e Penal realizam, nesta segunda-feira (3), uma operação contra uma organização criminosa investigada por introduzir drogas, aparelhos celulares e acessórios no sistema prisional do Rio. A ação cumpre quatro mandados de prisão temporária e dez de busca e apreensão na capital e na Região Metropolitana. Até o momento, três pessoas foram presas.

O principal alvo da operação é o policial penal Wagner Jardim Dias, apontado pelas investigações como responsável por viabilizar a entrada dos materiais ilícitos nas unidades prisionais. Também foram presas Isadora Cristina Moraes da Silva e Larissa da Silva Santiago.

A ação é realizada por agentes da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco-IE), com apoio da Subsecretaria de Inteligência da Polícia Penal (SIPP).

Segundo a Polícia Civil, as investigações apontaram que o grupo criminoso possuía uma estrutura organizada, com divisão de funções entre os integrantes. O esquema envolveria visitantes cadastradas, colaboradores externos e o policial penal investigado, que, de acordo com a corporação, utilizava a estrutura do sistema penitenciário para facilitar a entrada de drogas, celulares e acessórios destinados a presos ligados a organizações criminosas.

A apuração começou após uma tentativa frustrada de introdução de uma grande quantidade de drogas, aparelhos celulares e acessórios em uma unidade prisional. A partir do caso, policiais civis e penais realizaram um trabalho conjunto de inteligência, que incluiu análise de imagens de câmeras de segurança, diligências, cruzamento de dados e investigação financeira. O material permitiu identificar a atuação dos suspeitos e reconstruir a dinâmica do esquema.

Ainda conforme a investigação, um Relatório de Inteligência Financeira apontou movimentações incompatíveis com a renda do policial penal investigado. Segundo a Polícia Civil, Wagner Jardim Dias recebeu R$ 259.600,14 em transferências sem justificativa econômica aparente em um curto período, além de outras operações consideradas relevantes para a apuração.

Com base nas provas reunidas, a 1ª Vara das Garantias da Capital autorizou o cumprimento das prisões temporárias e dos mandados de busca e apreensão. De acordo com a decisão judicial, as medidas são necessárias para evitar destruição de provas, interferência entre os investigados e permitir a identificação de outros possíveis integrantes da organização criminosa.

As investigações prosseguem para esclarecer a atuação do grupo e identificar outros envolvidos no esquema.
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