Publicado 10/08/2026 15:59
Rio - A Polícia Civil realizou, nesta segunda-feira (10), uma operação denominada Caixa-Preta para desarticular um esquema especializado na comercialização de dados pessoais e ferramentas utilizadas em fraudes pela internet. Foi cumprido um mandado de busca e apreensão contra Leonardo Gonçalves Amorim, suspeito de ser um dos responsáveis pelo crime.
Publicidade O homem foi localizado em um imóvel em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. No local, os agentes apreenderam oito celulares, um notebook, diversos cartões bancários e chips de telefonia ainda sem utilização.
A investigação começou após a produção de um relatório de inteligência cibernética que identificou um conglomerado de sites voltados à oferta de produtos e serviços utilizados em diferentes modalidades de crimes digitais. Entre os materiais comercializados estariam bases de dados pessoais, informações financeiras, cartões de crédito clonados e programas conhecidos como “checkers”, utilizados para testar vulnerabilidades em sistemas bancários.
A investigação começou após a produção de um relatório de inteligência cibernética que identificou um conglomerado de sites voltados à oferta de produtos e serviços utilizados em diferentes modalidades de crimes digitais. Entre os materiais comercializados estariam bases de dados pessoais, informações financeiras, cartões de crédito clonados e programas conhecidos como “checkers”, utilizados para testar vulnerabilidades em sistemas bancários.
A ação foi conduzida por agentes da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI), ligada à Divisão de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DVRCC).
De acordo com os investigadores, um trabalho de rastreamento digital e financeiro permitiu identificar o suspeito e apontou movimentações consideradas incompatíveis com sua capacidade econômica declarada. Empresas ligadas a ele teriam registrado transações superiores ao faturamento anual informado. Ele ainda possui registros anteriores relacionados a crimes cibernéticos e responde a investigações em outros estados.
As apurações continuam para identificar outros integrantes da organização criminosa, rastrear a movimentação dos recursos obtidos com as fraudes e reunir novas provas para responsabilização dos envolvidos.
De acordo com os investigadores, um trabalho de rastreamento digital e financeiro permitiu identificar o suspeito e apontou movimentações consideradas incompatíveis com sua capacidade econômica declarada. Empresas ligadas a ele teriam registrado transações superiores ao faturamento anual informado. Ele ainda possui registros anteriores relacionados a crimes cibernéticos e responde a investigações em outros estados.
As apurações continuam para identificar outros integrantes da organização criminosa, rastrear a movimentação dos recursos obtidos com as fraudes e reunir novas provas para responsabilização dos envolvidos.
A reportagem de O DIA tenta contato com a defesa de Leonardo Gonçalves Amorim. O espaço segue aberto para posicionamentos.
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