Ação foi coordenada pela Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM)Divulgação / Polícia Civil
Publicado 13/08/2026 18:44 | Atualizado 13/08/2026 18:45
Rio - Policiais civis da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM) prenderam em flagrante, nesta quinta-feira (13), uma mulher suspeita de comercializar cigarros eletrônicos, os chamados "vapes" pela internet e realizar entregas por aplicativos. A ação ocorreu em São Cristóvão, na Zona Norte.
Publicidade
LEIA MAIS: Sargento da PM é presa após agredir e cortar cabelo da filha com faca

A investigação começou após informações de inteligência apontarem que uma casa era utilizada como centro de armazenamento e distribuição dos produtos, cuja comercialização é proibida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).  A mulher presa não teve o nome divulgado. 

Durante diligências no local, os agentes observaram um entregador de aplicativo saindo do imóvel com uma encomenda. Abordado pelos policiais, ele apresentou a mercadoria e confirmou que transportava um cigarro eletrônico. Segundo o relato, o produto estava embalado de forma a ocultar seu conteúdo, sendo identificado externamente como item de sex shop. O entregador afirmou desconhecer o que havia dentro do pacote.

Após a confirmação da denúncia, os policiais retornaram ao endereço e flagraram a suspeita deixando a residência com uma nova encomenda contendo dois dispositivos eletrônicos, enquanto aguardava outro entregador para realizar a entrega.

Na sequência, os agentes realizaram buscas no imóvel e apreenderam centenas de cigarros eletrônicos, conhecidos popularmente como vapes.

A mulher foi conduzida para a sede da DRCPIM, onde foi autuada em flagrante por crime contra a saúde pública, na modalidade de venda e depósito de substância considerada nociva à saúde.

Todo o material recolhido foi encaminhado para perícia técnica e, posteriormente, deverá ser destruído.

A Polícia Civil informou que as investigações continuam para identificar os fornecedores dos produtos, rastrear a origem da carga e apurar a participação de outros integrantes da cadeia de comercialização e distribuição dos cigarros eletrônicos. Segundo a especializada, o objetivo é responsabilizar criminalmente todos os envolvidos no esquema.
Leia mais