Publicado 25/08/2026 11:29
Rio - A Força Municipal registrou 1.126 prisões em 12 mil abordagens nos primeiros cinco meses de atuação nas ruas do Rio de Janeiro. Na manhã desta terça-feira (25), a divisão armada da Guarda Municipal divulgou balanço operacional em reunião do CompStat Rio, na Cidade Nova, no Centro.
Publicidade Os números apresentados pelo secretário de Segurança Urbana, Brenno Carnevale, ainda incluem a apreensão de 254 celulares, 227 motocicletas, uma pistola, 17 réplicas de armas de fogo e 70 armas brancas, além do cumprimento de 27 mandados de prisão.
“A Força Municipal já está na Freguesia, em Jacarepaguá há dez dias, atuando na mancha criminal com foco em coibir furtos e roubos. Essa é a 13ª área de atuação da Divisão de Elite da Guarda Municipal na cidade do Rio de Janeiro. Em cinco meses de atuação, foram mais de 1.100 prisões e conduções para as delegacias de polícia, mais de 250 celulares recuperados, autores do crime de receptação encaminhados para a delegacia de polícia, mais de 200 motocicletas ilegais também retiradas de circulação, muitas delas utilizadas como meio para a prática de furtos e roubos. E o trabalho da Força Municipal segue, com foco no policiamento preventivo, orientado a coibir furtos e roubos de forma proativa, com agentes monitorados por câmera corporal e trabalhando sempre pela segurança da população”, pontuou o secretário.
Atualmente, os agentes realizam policiamento em 13 perímetros de atuação:
- Jardim de Alah;
- Rodoviária do Rio, Terminal Gentileza e Estação Leopoldina;
- Avenida Presidente Vargas, Campo de Santana, Central do Brasil e Cinelândia;
- Campo Grande, entre a Estação de Trem e o Calçadão;
- São Francisco Xavier e Afonso Pena;
- Rua Lauro Müller, Rua General Severiano e Avenida Venceslau Brás;
- Metrô Botafogo, Rua São Clemente e Rua Voluntários da Pátria;
- Praia de Botafogo e Rua Marquês de Abrantes;
- Bangu, entre o Calçadão e o Bangu Shopping;
- Estação Méier e Cachambi;
- Terminal Jardim Oceânico e Praça do Ó;
- Avenida Ayrton Senna e Avenida das Américas;
- Freguesia e Jacarepaguá.
Com atuação baseada no policiamento ostensivo e preventivo, os agentes são empregados em locais e horários definidos a partir da análise das manchas criminais e de dados estatísticos, priorizando áreas com alta incidência de roubos e furtos. O efetivo é direcionado para pontos considerados estratégicos, de acordo com a dinâmica criminal identificada em cada região.
“A Força Municipal já está na Freguesia, em Jacarepaguá há dez dias, atuando na mancha criminal com foco em coibir furtos e roubos. Essa é a 13ª área de atuação da Divisão de Elite da Guarda Municipal na cidade do Rio de Janeiro. Em cinco meses de atuação, foram mais de 1.100 prisões e conduções para as delegacias de polícia, mais de 250 celulares recuperados, autores do crime de receptação encaminhados para a delegacia de polícia, mais de 200 motocicletas ilegais também retiradas de circulação, muitas delas utilizadas como meio para a prática de furtos e roubos. E o trabalho da Força Municipal segue, com foco no policiamento preventivo, orientado a coibir furtos e roubos de forma proativa, com agentes monitorados por câmera corporal e trabalhando sempre pela segurança da população”, pontuou o secretário.
Atualmente, os agentes realizam policiamento em 13 perímetros de atuação:
- Jardim de Alah;
- Rodoviária do Rio, Terminal Gentileza e Estação Leopoldina;
- Avenida Presidente Vargas, Campo de Santana, Central do Brasil e Cinelândia;
- Campo Grande, entre a Estação de Trem e o Calçadão;
- São Francisco Xavier e Afonso Pena;
- Rua Lauro Müller, Rua General Severiano e Avenida Venceslau Brás;
- Metrô Botafogo, Rua São Clemente e Rua Voluntários da Pátria;
- Praia de Botafogo e Rua Marquês de Abrantes;
- Bangu, entre o Calçadão e o Bangu Shopping;
- Estação Méier e Cachambi;
- Terminal Jardim Oceânico e Praça do Ó;
- Avenida Ayrton Senna e Avenida das Américas;
- Freguesia e Jacarepaguá.
Com atuação baseada no policiamento ostensivo e preventivo, os agentes são empregados em locais e horários definidos a partir da análise das manchas criminais e de dados estatísticos, priorizando áreas com alta incidência de roubos e furtos. O efetivo é direcionado para pontos considerados estratégicos, de acordo com a dinâmica criminal identificada em cada região.
Leia mais
Comentários
Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor.