Publicado 28/08/2026 17:14 | Atualizado 28/08/2026 17:28
Rio - Uma operação da Polícia Civil mira, nesta sexta-feira (28), falsos guias, cambistas e pessoas que oferecem serviços turísticos de forma irregular no acesso ao Cristo Redentor, nas Paineiras, na Zona Sul do Rio. A ação busca evitar golpes e cobranças indevidas contra turistas que visitam um dos principais pontos turísticos da cidade.
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Coordenada pela Delegacia Especial de Apoio ao Turismo (Deat), a operação reúne 25 policiais e ocorre após uma série de denúncias sobre abordagens a visitantes. Segundo a investigação, os suspeitos oferecem ingressos, transporte e acompanhamento turístico sem autorização e, em alguns casos, ameaçam quem recusa os serviços ou questiona os preços.
Um levantamento da Deat identificou registros de cambismo, exercício ilegal de profissão ou atividade e outras irregularidades nos acessos ao Cristo Redentor, nas Paineiras e no Cosme Velho.
Entre os casos apurados, está o de um turista que perdeu R$ 500 após ser abordado por um cambista no Cosme Velho. O homem teria prometido fornecer ingresso e transporte ao visitante.
A polícia também registrou denúncias contra pessoas que se apresentam como guias turísticos sem autorização e guardadores de veículos que realizam cobranças irregulares pelo estacionamento em vias públicas.
A Polícia Civil orienta o visitante a adquirir ingressos e serviços apenas em pontos oficiais e a não realizar pagamentos a intermediários que abordam turistas nos acessos ao monumento.
Situações de ameaça, cobrança abusiva ou oferta irregular de serviços devem ser comunicadas aos agentes de segurança.
Coordenada pela Delegacia Especial de Apoio ao Turismo (Deat), a operação reúne 25 policiais e ocorre após uma série de denúncias sobre abordagens a visitantes. Segundo a investigação, os suspeitos oferecem ingressos, transporte e acompanhamento turístico sem autorização e, em alguns casos, ameaçam quem recusa os serviços ou questiona os preços.
Um levantamento da Deat identificou registros de cambismo, exercício ilegal de profissão ou atividade e outras irregularidades nos acessos ao Cristo Redentor, nas Paineiras e no Cosme Velho.
Entre os casos apurados, está o de um turista que perdeu R$ 500 após ser abordado por um cambista no Cosme Velho. O homem teria prometido fornecer ingresso e transporte ao visitante.
A polícia também registrou denúncias contra pessoas que se apresentam como guias turísticos sem autorização e guardadores de veículos que realizam cobranças irregulares pelo estacionamento em vias públicas.
A Polícia Civil orienta o visitante a adquirir ingressos e serviços apenas em pontos oficiais e a não realizar pagamentos a intermediários que abordam turistas nos acessos ao monumento.
Situações de ameaça, cobrança abusiva ou oferta irregular de serviços devem ser comunicadas aos agentes de segurança.
ICMBio
O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), responsável pela gestão do Parque Nacional da Tijuca, onde fica o Cristo Redentor, informou que “o combate à prática da venda ilegal de ingressos por meio de cambistas é de competência dos órgãos de segurança pública, como a Guarda Municipal, a Polícia Militar e a Polícia Civil do Rio de Janeiro”.
O órgão ambiental afirmou ainda que “colabora com as forças de segurança fornecendo todos os dados e informações necessários que possam auxiliar as operações de combate e de inteligência”.
O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), responsável pela gestão do Parque Nacional da Tijuca, onde fica o Cristo Redentor, informou que “o combate à prática da venda ilegal de ingressos por meio de cambistas é de competência dos órgãos de segurança pública, como a Guarda Municipal, a Polícia Militar e a Polícia Civil do Rio de Janeiro”.
O órgão ambiental afirmou ainda que “colabora com as forças de segurança fornecendo todos os dados e informações necessários que possam auxiliar as operações de combate e de inteligência”.
Procurado pela reportagem de O DIA, o Trem do Corcovado informou que não vai se posicionar. Já a Paineiras-Corcovado não enviou retorno até o momento desta publicação. O espaço segue aberto.
*Reportagem da estagiária Aretha Dossares, sob supervisão de Larissa Amaral
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