Publicado 25/09/2026 18:39
Conhecido como "Justiceiro de Copacabana" e candidato a deputado federal pelo Democracia Cristã (DC), William Correia da Silva Junior, responde a um processo por assédio sexual na Justiça de São Paulo. O caso envolve uma atleta paralímpica que tinha 16 anos na época dos fatos, ocorridos durante uma competição escolar interestadual realizada em 2021.
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William é conhecido por atuar em Copacabana e ganhou projeção nos últimos anos por liderar o grupo "Anjos da Guarda Vigilância Comunitária" (AGVC). A organização é apontada pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) como responsável por promover ações de vigilância informal, perseguições, agressões e exposição de adolescentes suspeitos de furtos e roubos na Zona Sul.
De acordo com a denúncia apresentada pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP), William integrava a equipe de apoio da delegação do Rio de Janeiro que participou da competição. Embora já não ocupasse cargo no Governo do Estado, ele participou do evento por meio de um termo de colaboração firmado entre a Secretaria Estadual de Esporte e Lazer e a Associação Niteroiense dos Deficientes Físicos (Andef). A informação foi divulgada pelo site g1.
Segundo a acusação, o então integrante da comitiva teria feito comentários considerados inadequados à adolescente, enviado mensagens por rede social convidando a jovem para entrar em seu quarto de hotel e, posteriormente, entrado no quarto onde ela estava hospedada com outra menor de idade.
O caso foi inicialmente registrado no Rio de Janeiro, mas acabou encaminhado para São Paulo, local em que os fatos teriam ocorrido. Após investigação da Polícia Civil paulista, William foi indiciado e denunciado pelo Ministério Público. A denúncia foi aceita pela Justiça paulista em maio deste ano, tornando o candidato réu no processo.
Segundo informações da Promotoria de Justiça Criminal de Santana, foram realizadas duas audiências por videoconferência. Na primeira, foram ouvidas a vítima, atualmente maior de idade, e uma testemunha de acusação. Já na segunda audiência, realizada na última segunda-feira (21), ocorreu o interrogatório do réu e a fase de debates orais.
Ainda de acordo com o Ministério Público, foram apresentadas alegações finais em audiência com pedido de condenação nos termos da denúncia. Encerrada a instrução processual, o caso foi encaminhado ao Judiciário e aguarda sentença. O processo tramita sob segredo de Justiça.
William é conhecido por atuar em Copacabana e ganhou projeção nos últimos anos por liderar o grupo "Anjos da Guarda Vigilância Comunitária" (AGVC). A organização é apontada pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) como responsável por promover ações de vigilância informal, perseguições, agressões e exposição de adolescentes suspeitos de furtos e roubos na Zona Sul.
De acordo com a denúncia apresentada pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP), William integrava a equipe de apoio da delegação do Rio de Janeiro que participou da competição. Embora já não ocupasse cargo no Governo do Estado, ele participou do evento por meio de um termo de colaboração firmado entre a Secretaria Estadual de Esporte e Lazer e a Associação Niteroiense dos Deficientes Físicos (Andef). A informação foi divulgada pelo site g1.
Segundo a acusação, o então integrante da comitiva teria feito comentários considerados inadequados à adolescente, enviado mensagens por rede social convidando a jovem para entrar em seu quarto de hotel e, posteriormente, entrado no quarto onde ela estava hospedada com outra menor de idade.
O caso foi inicialmente registrado no Rio de Janeiro, mas acabou encaminhado para São Paulo, local em que os fatos teriam ocorrido. Após investigação da Polícia Civil paulista, William foi indiciado e denunciado pelo Ministério Público. A denúncia foi aceita pela Justiça paulista em maio deste ano, tornando o candidato réu no processo.
Segundo informações da Promotoria de Justiça Criminal de Santana, foram realizadas duas audiências por videoconferência. Na primeira, foram ouvidas a vítima, atualmente maior de idade, e uma testemunha de acusação. Já na segunda audiência, realizada na última segunda-feira (21), ocorreu o interrogatório do réu e a fase de debates orais.
Ainda de acordo com o Ministério Público, foram apresentadas alegações finais em audiência com pedido de condenação nos termos da denúncia. Encerrada a instrução processual, o caso foi encaminhado ao Judiciário e aguarda sentença. O processo tramita sob segredo de Justiça.
Justiça já havia proibido ações do grupo AGVC
Em maio, a 1ª Vara da Infância e da Juventude do Tribunal de Justiça, já havia determinado que William Correia não organize nem participe de "convocações de populares" para combater, por conta própria, a violência em Copacabana.
No grupo, criado nas redes sociais, William aparece incitando atos de vigilância envolvendo menores suspeitos de serem autores de roubos e furtos na Zona Sul. Na decisão, a juíza Lysia Maria da Rocha Mesquita também cita vídeos publicados na internet que permitem a identificação de menores de idade.
Por meio de nota, a assessoria de William Correia informou à reportagem de O DIA que "respeitará a restrição ao processo, que está em segredo de Justiça, para se pronunciar assim que sair a sentença".
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