E nessa onda de “fecha, não fecha” em que governador e prefeito estão surfando, a palavra “lockdown” (em inglês, fechamento total ou confinamento) entrou no cotidiano do carioca e já virou íntima o suficiente para ser zoada: no mais literal carioquês, Tranca Rua. Muitos disseram que não precisava importar a palavra, já que apelar para a entidade de Umbanda seria a medida necessária, pois aí sim ninguém mais decidiria sair de casa; ninguém gostaria de tomar uma chamada do homem com sua indumentária preto e vermelha, trajando capa e cartola, na primeira encruzilhada pela qual passasse. Será para esse o lockdown que o prefeito Marcelo Crivella, reconhecidamente evangélico, terá que apelar?
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