Técnicos da Defesa Civil estiveram no local em apoio ao Corpo de BombeirosJeovani Campos / PMBR
"Acordei com uma gritaria. Eram mais de 6h. Fui ver o que estava acontecendo e me deparei com a casa da Dona Dilceia em chamas. Arrombei o portão e entrei. Mas só consegui ir na cozinha e no corredor. O fogo já tinha tomado conta de tudo. Eu não consegui ver a Dona Dilceia", relatou Marcos Vinicius Martins da Silva, vizinho da vítima. Marcos teve um pequeno corte na mão direita ao arrombar o portão. Ele foi levado ao Hospital Municipal, onde foi medicado e liberado.
Morava com o neto
Companheiro da avó há seis anos, Pedro Henrique Cabral, 25, era mais do que um neto. "Minha vó me considerava como um filho', disse o rapaz que saiu de casa, antes da tragédia acontecer. "Saí às 5h20 e fui trabalhar, como de costume. Estava tudo normal. De repente recebo a notícia do incêndio e da morte da minha avó. Ela ia entrar comigo na igreja, no meu casamento que está marcado para acontecer daqui a quatro meses", contou emocionado.
A causa do incêndio não foi divulgada. De acordo com a Defesa Civil, a proporção do fogo não atingiu as residências ao redor. "Os demais imóveis não sofreram abalo", assegurou o agente da Defesa Civil Willian Gomes de Brito.





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