O coelho fez a alegria das crianças e adolescentes, que comemoraram a PáscoaJeovani Campos / PMBR
Oficinas de desenho
Entre a diversão, distribuição de cachorro-quente, pipoca, refrigerantes, oficinas de desenho, pintura e artesanato. Débora Elen, 11 anos, que tem Transtorno de Espectro Autista, aproveitou para aprender a fazer pulseiras de bolinhas. “Eu adoro essas pulseiras”, afirmou a menina, segurando uma de bolinhas azuis que tinha confeccionado. “O desenvolvimento da minha filha melhorou muito, depois que ela passou a estudar na Albert Sabin e esse evento aqui está maravilhoso”, assegurou Lídia Lima, mãe de Débora.
Coelhos e chocolates
O ponto alto foi a chegada de dois “coelhos gigantes” (pessoas adultas trajando fantasia de coelho), que chegaram distribuindo chocolates. Com síndrome de Dow, Luiz Miguel, 8, largou o pula-pula para abraçar os coelhões e pegar chocolate. “Fico alegre por ele estar feliz. Evento muito importante e bem organizado”, disse Marize Castor Soares, mãe do garoto Luiz Miguel.
Foto com professora
No meio da euforia das crianças e dos jovens, organizando a fila para fotos com os “Coelhões”, a coordenadora de Psiquiatria e Saúde Mental da Secretaria Municipal de Saúde, Amanda Mota, garantiu: “É um momento único. Não tem preço que pague”. O mesmo disse dona Elisamar de Lima, que junto do filho Riquelme, 10, parou para fazer foto ao lado da professora do filho, Monique Santos, educadora da Escola Albert Sabin. A diretora da unidade, Elaine Plínio Riscado, destacou a importância do evento. “As crianças adoram este momento. Estou muito feliz”, resumiu.




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