Eliana Freitas Areco Barreto foi acusada de ser a mandante da morte do marido - Arquivo pessoal
Eliana Freitas Areco Barreto foi acusada de ser a mandante da morte do maridoArquivo pessoal
Por O Dia
São Paulo - A professora Eliana Freitas Areco Barreto, acusada de mandar matar o marido, teve o pedido de Habeas Corpus negado pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal.
A defesa questionava o decreto de sua prisão preventiva. 
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Eliana e o amante, o inspetor de segurança Marcos Fabio Zetunsian, são acusados pelo Ministério Público de São Paulo de planejaram o crime e contrataram um atirador, Eliezer Aragão, por R$ 7 mil - o pistoleiro simulou um roubo na capital paulista e executou a vítima na Avenida Luís Carlos Berrini, na Zona Sul.
Na sessão de terça-feira, 7, por maioria dos votos, os ministros entenderam que "o decreto de prisão está bem fundamentado" e que "não há ilegalidade nem excesso de prazo". As informações foram divulgadas no site do Supremo.
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Presa preventivamente desde junho de 2015, a professora, o amante e o matador foram denunciados por homicídio qualificado por motivo torpe e mediante dissimulação.