Empresa de patinete elétrico volta a operar em São Paulo

Grow concluiu, nesta quarta-feira, credenciamento na Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes de SP. Segundo a empresa, as patinetes Grin e Yellow não circularam entre sábado e quarta-feira

Por Agência Brasil

Uso de patinetes elétricos na ciclovia da Avenida Brigadeiro Faria Lima, em São Paulo
Uso de patinetes elétricos na ciclovia da Avenida Brigadeiro Faria Lima, em São Paulo -
São Paulo - A empresa de patinetes elétricos Grow, dona da Yellow e da Grin, informou que voltou a operar normalmente em São Paulo nesta quinta-feira, mas não disse quantos patinetes estão nas ruas. Em nota enviada, a empresa informou que não divulgou os números por questões estratégicas.

A Grow concluiu, nesta quarta-feira, o seu credenciamento na Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes de São Paulo. Segundo a empresa, as patinetes Grin e Yellow não circularam entre sábado e quarta-feira.


O credenciamento foi exigido pela prefeitura de São Paulo por meio de um decreto que regulamentou provisoriamente o uso de patinetes elétricos.

Em nota à imprensa, a Grow informou que “segue em diálogo constante com a prefeitura e demais agentes interessados em organizar o uso desta alternativa de micromobilidade em São Paulo”, e que “está participando de discussões para a elaboração de uma regulamentação definitiva que seja melhor para todos”.

Quanto aos patinetes apreendidos, a Grow informou que “está conversando com a prefeitura em busca de uma solução para a reincorporação dos patinetes apreendidos semana passada à sua frota”, mas não informou se pagou a multa aplicada pela prefeitura. “Não fomos notificados de qualquer eventual cobrança de multa até o momento”, informou em nota.

De acordo com a assessoria de imprensa da prefeitura, para reaver as 1.067 patinetes apreendidas pela Secretaria Municipal de Subprefeituras, a empresa Grow deve recolher Documento de Arrecadação do Município de São Paulo (Damsp), no valor de R$ 819,81, por patinete, conforme o Artigo 160, da Lei 13.478/2002. E, R$ 20 mil, por empresa, como penalidade prevista no Inciso I e II do Artigo 11, do Decreto 58.750/2019. A assessoria informou ainda que a prefeitura emitiu o Damsp, mas que não tem como informar se o documento foi pago.

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